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Inter vence Monsoon e garante melhor campanha no Gauchão

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O Internacional venceu o Monsoon neste sábado, no Beira-Rio, por 2 a 0, na última rodada da primeira fase do Campeonato Gaúcho. Os gols colorados foram marcados por Bruno Henrique e Marcos Arthur (contra).

Com a vitória, o Internacional garantiu a melhor campanha da primeira fase do Gauchão e enfrentará o Caxias, melhor segundo colocado entre os três grupos, na semifinal. A outra semifinal será entre Grêmio e Juventude, os outros dois primeiros colocados das chaves.

O jogo

A partida deste sábado teve um início atípico, sendo paralisada aos oito minutos devido à forte chuva em Porto Alegre. Após 20 minutos de espera, o jogo foi retomado e o Internacional teve um pênalti a seu favor, após Valencia ser derrubado na área. Rafael Borré cobrou, mas o goleiro fez a defesa.

Apesar do pênalti perdido, o Inter não se abateu. No minuto seguinte, Rafael Borré deu um passe para Bruno Henrique, que bateu no cantinho, abrindo o placar para os donos da casa.

O segundo gol veio com um gol contra de Marcos Arthur, que, ao tentar interceptar um cruzamento de Carbonero para Valencia, acabou jogando a bola para dentro da própria meta.

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Segundo tempo

No segundo tempo, o Internacional chegou a marcar o terceiro gol com Bernabei, após um passe de Valencia. No entanto, o lance foi anulado pelo VAR devido a um impedimento do atacante equatoriano.

No final da partida, Carbonero teve a chance de ampliar o placar, mas seu chute foi defendido pelo goleiro. O jogo terminou com a vitória do Internacional por 2 a 0.

FICHA TÉCNICA

INTERNACIONAL 2 X 0 MONSOON

Local: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 15/02/2025
Horário: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Roger Goulart.
Assistentes: Juarez de Mello Júnior e Estefani Adriati Estrela da Rosa
VAR: Marcello Ignacio Domingues Neto.
Gols: Bruno Henrique, aos 33 do 1ºT, Marcos Arthur (contra), aos 37 do 1ºT, Bernabei, aos 18 do 2ºT (Internacional)
Cartões amarelos: Carlos Maia (Monsoon)

INTERNACIONAL: Anthoni; Aguirre, Rogel, Victor Gabriel e Bernabei (Ramon); Ronaldo, Bruno Henrique (Thiago Maia) e Vitinho; Carbonero, Valencia (Lucca) e Borré (Wanderson). Técnico: Roger Machado.

MONSOON: Anderson Max; João Garcia, Sidnei (Itaqui), Marcos Arthur (Adryel) e Jeder; Jhonata, Carlos Maia e Jarro Pedroso; Tony Júnior (Cris Magno), Leandro (Léo Bahia) e Tomi Montefiori. Técnico: Guilherme Weisheimer

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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