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Goiás bate o Atlético-GO que amargura a vice-lanterna do Brasileirão

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O Goiás venceu o Atlético-GO na tarde deste sábado (27.08),por 2 x 1, no estádio da Serrinha, em Goiânia, na abertura da 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. 

O resultado deixa o Goiás na nona posição, com 32 pontos. Já são três jogos sem derrota, sendo um empate e duas vitórias consecutivas. Já o Atlético-GO ficou com os mesmos 22 e no penúltimo lugar, ficando ainda mais em situação delicada na luta contra o rebaixamento.

O Goiás dominou as ações do primeiro tempo. A superioridade do Goiás incomodou o técnico Jorginho Campos, que promoveu três mudanças aos 28 minutos do primeiro tempo. O Atlético-GO melhorou em campo e chegou a assustar em chute de Wellington Rato, aos 38, mas não o suficiente para empatar o duelo antes do intervalo.

Assim como na etapa inicial, o Goiás foi efetivo e no início do segundo tempo aumentou a vantagem. Aos oito minutos, Marquinhos Gabriel ficou com a bola na entrada da área e finalizou de canhota no canto esquerdo do goleiro Renan, que não conseguiu fazer a defesa.

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Na reta final, o Atlético-GO foi para o tudo ou nada e descontou aos 38 minutos, quando Shaylon passou pela marcação e finalizou cruzado. O gol fez o Goiás se retrair e segurar com todas as forças a vitória no clássico.

O Goiás só voltará a campo na segunda-feira, dia 5 de setembro, para visitar o Santos, às 20 horas, na Vila Belmiro, em Santos. Já o Atlético-GO jogará no domingo contra o Atlético-MG, às 18 horas, no Antônio Accioly, em Goiânia.

Antes disso, o Atlético-GO receberá o São Paulo na próxima quinta-feira, às 21h30, também no Antônio Accioly, em Goiânia, pelo confronto de ida da semifinal da Copa Sul-Americana.

FICHA TÉCNICA

GOIÁS 2 x 1 ATLÉTICO-GO

GOIÁS: Tadeu; Maguinho (Caio), Caetano, Reynaldo e Sávio (Danilo Barcelos); Auremir (Matheus Sales), Marquinhos Gabriel (Luan Dias) e Diego (Apodi); Vinicius, Pedro Raul e Dadá Belmonte. Técnico: Jair Ventura.

ATLÉTICO-GO: Renan; Hayner, Wanderson, Klaus e Arthur Henrique; Baralhas (Edson Fernando, depois Dudu), Marlon Freitas e Jorginho (Kelvin, depois Shaylon); Airton (Peglow), Wellington Rato e Luiz Fernando. Técnico: Jorginho Campos.

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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