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Com gols de Bitello e Luis Suárez, Grêmio estreia no Gauchão com vitória

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A busca do Grêmio pelo hexacampeonato gaúcho iniciou com vitória. Neste sábado, 21, em jogo válido pela primeira rodada do Campeonato Estadual, o Tricolor venceu o Caxias, de virada, no Estádio Centenário pelo placar de 2 a 1. Os gols foram anotados por Bitello, no primeiro tempo, e Luis Suárez, na segunda etapa. O Caxias abriu o placar com Peninha.

Na escalação, em relação a última partida, quando conquistou o tetra da Recopa Gaúcha, Renato Portaluppi optou por manter o mesmo esquema de jogo, mas com uma mudança: Felipe Carballo na vaga de Villasanti.

Dentro de campo, logo nos primeiros segundos de partida, a equipe gremista pressionou os adversários e partiu para o ataque. Com um minuto jogado, Campaz cruzou na área, buscando Luis Suárez, mas o goleiro Bruno conseguiu afastar.

Enquanto o Grêmio trocava passes e tentava furar a defesa do Caxias, os donos da casa também tentavam assustar o Tricolor, que não conseguiu bloquear a tentativa adversária aos nove minutos. Peninha saiu cara a cara com Brenno e furou a defesa gremista, abrindo o placar.

O Grêmio seguiu com a mesma postura: troca de passes e posse de bola para chegar ao gol. Aos 14’, foi a vez de Bitello avançar pela direita, para dentro da pequena área. O camisa 39 chutou, mas a tentativa foi para fora.

O ponteiro passava e o Tricolor tinha a bola do jogo e permanecia na área do Caxias, mas a marcação da equipe da serra dificultava as ações tricolores.

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Toda insistência surtiu efeito aos 26’, para delírio dos milhares de gremistas presentes. Primeiro, Ferreira acionou Luis Suárez, que apenas tocou na saída do goleiro, que defendeu. Na sobra, Bitello empurrou a bola para o fundo das redes, empatando a partida.

A equipe de Renato Portaluppi queria a vitória. Após marcar o gol, o Tricolor seguiu tomando conta da partida, colocando pressão no Caxias. Com 33’ jogados, por pouco, Bitello não marcou. O meia recebeu nas costas da defesa e tentou o segundo dele na partida por cobertura, mas o zagueiro adversário estava lá para tirar a chance em cima da linha.

Era um ataque após o outro. Aos 39’, Bitello acionou Luis Suárez, que recebeu de frente para o gol, girou e tentou o chute, que acabou desviando no adversário. Nos minutos finais, poucas finalizações aconteceram.

A segunda etapa iniciou sem mudanças na equipe do Grêmio.

Assim como no início do primeiro tempo, a partida seguiu movimentada, com as duas equipes tocando a bola com o objetivo de chegar ao ataque.

O ponteiro passava dos oito, quando Brenno precisou realizar uma grande defesa. Peninha driblou a defesa gremista e chutou forte da entrada da grande área, fazendo o arqueiro tricolor espalmar a bola. Na sequência, em cobrança de falta, Marcelo cobrou direto e obrigou Brenno a trabalhar mais uma vez.

Após os 10’, o jogo passou a ficar mais truncado, sem grandes chances de gol. Para tentar a vitória, Renato Portaluppi promoveu as primeiras trocas aos 23’. Diogo Barbosa, Gustavinho e Everton Galdino entraram nas vagas de Reinaldo, Carballo e Campaz.

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Com 26’ jogados, o estreante Everton Galdino recebeu e, de fora da grande área, tentou o chute direto. A bola acabou subindo demais e foi por cima da meta adversária.

Após as trocas, o Grêmio tocava mais a bola e chegava ao ataque. Não deu outra, o Caxias deu espaço para o camisa 9 tricolor, que, após receber passe de Diogo Barbosa, fez o que sabe: fuzilou a rede da equipe da serra e virou a partida.

O Caxias, atuando em casa, assustou logo depois. Eron, dentro da grande área, bateu forte, mas o arqueiro Brenno estava atendo e espalmou o chute.

O ponteiro passava dos 38’, quando Renato Portaluppi realizou as últimas trocas na equipe. Ferreira e Luis Suárez saíram para as entradas de Thiago Santos e Thaciano.

Um minuto após as modificações, o Tricolor teve um pênalti a seu favor, depois de Bitello ser derrubado na área. O estreante da tarde, Everton Galdino, pegou a bola, bateu, mas o goleiro Bruno defendeu.

O Grêmio seguiu pressionando e, aos 45’, foi a vez de Thaciano tentar fuzilar a rede adversária, mas novamente o arqueiro do Caxias realizou uma grande defesa.

O Tricolor manteve a postura e não deixou o Caxias chegar na área, até o minuto final.

Fonte: Agência Esporte

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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