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Botafogo perde de 3 x 1 para Peñarol, mas avança para a primeira final de Libertadores

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O Botafogo alcançou um marco histórico ao garantir sua primeira vaga na final da Copa Libertadores, apesar da derrota por 3 a 1 para o Peñarol, nesta quarta-feira, em Montevidéu. A vantagem conquistada no jogo de ida, com um placar agregado de 6 a 3, foi suficiente para assegurar a classificação dos alvinegros.

O Jogo

O Peñarol iniciou o confronto com forte pressão sobre o Botafogo. Logo no primeiro minuto, Leo Fernandez teve uma chance, mas desperdiçou ao chutar para fora. A insistência dos uruguaios foi recompensada aos 30 minutos, quando Baez abriu o placar com um belo chute de fora da área, sem chances para o goleiro John.

Mesmo com a pressão contínua do Peñarol, o Botafogo conseguiu segurar o placar até o intervalo. Um incidente marcou o fim do primeiro tempo: o goleiro Aguerre, do Peñarol, foi expulso após pisar em John, o que deu ao Botafogo uma vantagem numérica para a segunda etapa.

 Segundo tempo 

Com um jogador a mais, o Botafogo começou a controlar melhor o jogo. Marlon Freitas quase empatou aos sete minutos, mas seu chute passou sobre o travessão. Um pênalti foi inicialmente marcado a favor dos cariocas, mas o árbitro chileno Piero Maza, após consulta ao VAR, anulou a decisão.

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O Peñarol, no entanto, não se deu por vencido e ampliou a vantagem aos 20 minutos, novamente com Baez. A situação do Botafogo se complicou ainda mais quando Mateo Ponte, que havia acabado de entrar, foi expulso após receber dois cartões amarelos em sequência.

Mesmo com a desvantagem numérica, o Botafogo manteve a calma e, aos 42 minutos, Almada marcou o gol que garantiu a classificação. Após uma rápida tabela com Marlon Freitas, Almada finalizou com precisão. O Peñarol ainda conseguiu marcar o terceiro gol com Batista, mas já era tarde para reverter o resultado agregado.

O Botafogo agora se prepara para enfrentar o Atlético-MG na final da Libertadores, marcada para o dia 30 de novembro, no Monumental de Nuñez, em Buenos Aires. Este confronto promete ser um espetáculo emocionante, com os alvinegros buscando coroar sua campanha histórica com o título continental.

A classificação do Botafogo para a final é um feito memorável, refletindo a determinação e o talento da equipe ao longo do torneio. Os torcedores alvinegros aguardam ansiosamente pela decisão, que pode marcar um capítulo glorioso na história do clube.

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FICHA TÉCNICA

PEÑAROL-URU 3 X 1 BOTAFOGO

Local: Estádio Campeón del Siglo, em Montevidéu (Uruguai)
Data: 30/10/2024
Horário: 21h30(de Brasília)
Árbitro: Piero Maza (Chile)
Cartões amarelos: Sosa (Peñarol); Bastos, Vitinho, Almada e Matheus Martins (Botafogo)
Cartões vermelhos: Aguerre (Peñarol); Mateo Ponte (Botafogo)

GOLS: Baez, aos 30′ do 1º tempo e 20′ do 2º tempo; Batista, aos 43′ do 2º tempo (PEÑAROL) – Almada, aos 42′ do 2º tempo (BOTAFOGO).

PEÑAROL: Washington Aguerre, Pedro Milans (Avenatti), Javier Méndez, Guzmán Rodríguez e Maxi Olivera (Hernández); Rodrigo Pérez, Damián García (De Amores), Leo Fernández e Jaime Baez; Leonardo Sequeira (Sosa) e Maxi Silvera (Batista). Técnico: Diego Aguirre

BOTAFOGO: John, Vitinho (Mateo Ponte), Adryelson, Bastos (Allan) e Alex Telles; Danilo Barboza, Marlon Freitas e Tchê Tchê (Eduardo); Matheus Martins (Almada), Tiquinho Soares e Jefferson Savarino (Alexander Barboza). Técnico: Artur Jorge

Fonte: Esportes

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Brasil encontra velhos conhecidos no Grupo C da Copa do Mundo

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A seleção brasileira inicia a sua jornada em busca do tão sonhado hexacampeonato da Copa do Mundo no Grupo C da competição, no qual medirá forças com Marrocos, Escócia e Haiti. O torneio, que terá como sede Estados Unidos, México e Canadá, será disputado entre 11 de junho e 19 de julho.

O Brasil chega à competição após um ciclo no qual teve quatro técnicos (Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e o italiano Carlo Ancelotti). Da Copa de 2022 até agora viu a queda de sua principal referência técnica, o atacante Neymar, que, apesar de ter sido convocado, está mais velho e vem sofrendo demais com problemas físicos que o impedem de desenvolver seu melhor futebol.

Com isso, as esperanças da torcida brasileira se concentram em uma nova geração de jogadores que tem o atacante Vinicius Júnior, do Real Madrid (Espanha), como expoente. Outros jogadores que podem assumir o protagonismo no time verde e amarelo são os atacantes Raphinha, do Barcelona (Espanha), e Endrick, do Lyon (França).

Sem laterais de confiança, o italiano Carlo Ancelotti deve optar por uma espécie de 4-2-4, com uma linha de quatro defensores que avançam pouco, guardando muito suas posições e um quarteto ofensivo que tem como característica a intensa movimentação e a busca constante de associações que levem à criação de oportunidades de gol.

Destaque em 2022

O primeiro adversário da seleção brasileira no Mundial disputado nos Estados Unidos, no México e no Canadá será um dos destaques da Copa de 2022, o Marrocos. A equipe africana medirá forças com a seleção comandada pelo técnico italiano Carlo Ancelotti no dia 13 de junho, em Nova Jersey.

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Os marroquinos já encontraram os brasileiros em um Mundial, no ano de 1998, pela fase de grupos. Naquela oportunidade, a seleção canarinho triunfou por 3 a 0, gols de Ronaldo, Rivaldo e Bebeto.

O futebol do Marrocos vive um claro momento de evolução, com a equipe africana tendo protagonizado uma grande campanha na Copa de 2022, quando garantiu o quarto lugar. A atual 11ª colocada do ranking de seleções da Fifa derrotou o Brasil no último encontro entre as equipes, por 2 a 1 em Tânger (Marrocos) em março de 2023, em partida amistosa que marcou o início do ciclo de preparação para o Mundial de 2026. Naquela oportunidade a seleção brasileira era dirigida, de forma interina, pelo técnico Ramon Menezes.

Os grandes destaques da equipe comandada pelo técnico Mohamed Ouahbi são o lateral Achraf Hakimi, do PSG (França), e o goleiro Yassine Bounou, que defende o Al-Hilal (Arábia Saudita).

Encontro inédito

Seis dias após a estreia na Copa (em 19 de junho), na Filadélfia, o Brasil terá pela frente o único adversário da primeira fase contra o qual nunca mediu forças em Copas do Mundo, o Haiti. A seleção caribenha, que retorna a uma Copa do Mundo após um hiato de mais de 50 anos, já enfrentou o Brasil em três oportunidades, com 100% de aproveitamento da seleção brasileira.

A equipe comandada pelo técnico francês Sébastien Migné, atual 84ª colocada do ranking de seleções da Fifa, tem como um de seus destaques o zagueiro Ricardo Adé, que ajudou a LDU (Equador) a alcançar as semifinais da última edição da Copa Libertadores.

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Velho conhecido

O terceiro compromisso do Brasil na Copa de 2026 será no dia 24 de junho contra a Escócia. Entre os três adversários da seleção na primeira fase, este é o mais conhecido. Em Copas do Mundo, a seleção verde e amarela mediu forças com os europeus em quatro oportunidades: empate por 0 a 0 em 1974, vitória de 4 a 1 em 1982, triunfo de 1 a 0 em 1990 e vitória de 2 a 1 em 1998.

A Escócia, que é a atual 36ª colocada do ranking de seleções da Fifa, não vive um bom momento, e participou de sua última Copa em 1998. Na equipe comandada pelo técnico Steve Clarke, um jogador que merece ser observado com atenção é o volante Scott McTominay, peça importante do Napoli (Itália).



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