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‘Viva a Noite’ promove reencontro exclusivo do ‘Grupo Super Feliz’: ‘Marcou geração’

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Por: Marcos Michalak

Programa deste sábado (9) ainda traz o retorno de Beth Guzzo com seu clássico “Moreno”, além de Sergio Mallandro e Bozo revivendo grandes sucessos

O “Viva a Noite”, comandado por Luis Ricardo, prepara uma edição especial neste sábado (9) com encontros históricos, performances exclusivas e nomes que marcaram gerações na televisão e na música.

Um dos destaques da noite será o reencontro exclusivo do Grupo Super Feliz, fenômeno infantil que conquistou o público no início dos anos 90 e ficou eternizado ao interpretar, em 1991, a canção tema da versão original mexicana de Carrossel. Especialmente para o “Viva a Noite”, os integrantes voltam a se reunir em uma apresentação inédita.

Outro momento marcante será o retorno de Beth Guzzo, que revive o sucesso “Moreno” em uma performance especial, com direito a figurino reproduzido fielmente ao da época.

Além das performances musicais, os convidados entram no clima de competição em uma disputa entre dois times. No time masculino, Chiquinho, Sergio Mallandro e Bozo encaram os desafios da noite. Já na equipe feminina, Beth Guzzo, Danny Pink e Jlyqna Lee, que ficou conhecida nacionalmente ainda na infância com o grupo Mulekada no início dos anos 2000, entram na brincadeira

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Para completar a nostalgia, Sergio Mallandro e Bozo também sobem ao palco para reviver alguns de seus maiores sucessos, enquanto Luis Ricardo comanda a festa com as tradicionais marchinhas.

O “Viva a Noite” vai ao ar neste sábado, logo após o “Comédia SBT”.

 

 



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CURIOSIDADES

Especialista detalha impactos do futebol no comportamento

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Uma pesquisa divulgada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) revelou que 78% dos entrevistados torcem para algum time brasileiro. Dentre estes, 47% disseram assistir a pelo menos um jogo por semana. A pesquisa aponta ainda que 77% das pessoas consomem futebol pela TV aberta, TV fechada, rádio ou streaming.

Entre os dias 11 de junho e 19 de julho de 2026, torcedores do mundo inteiro poderão acompanhar seus respectivos times no maior torneio, a Copa do Mundo. A edição de 2026 será a primeira da história com 48 seleções participantes. Serão 104 partidas disputadas ao longo de pouco mais de um mês. Mas, com a grande quantidade de partidas, como funciona a cabeça de um torcedor?

De acordo com Erica Oliveira, gestora pedagógica e franqueada do Supera (Estimulação Cognitiva), “noventa minutos de futebol podem parecer apenas vinte e duas pessoas correndo atrás de uma bola. Para quem torce, porém, esse intervalo de tempo representa uma das experiências mais intensas e complexas que o sistema nervoso humano pode vivenciar”.

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Segundo a gestora pedagógica, o primeiro grande fenômeno cerebral que ocorre durante uma partida está ligado à empatia motora. Através de uma rede especializada de células chamadas neurônios-espelho, o cérebro espelha as ações que vemos em campo. “Quando o atacante arranca em velocidade ou o goleiro salta para fazer uma defesa milagrosa, as áreas motoras do córtex do torcedor são ativadas como se ele próprio estivesse executando o movimento”, explica Erica Oliveira.

É essa simulação invisível que faz inclinar o corpo na direção da jogada, chutar o ar involuntariamente na sala de estar ou saltar da cadeira. O cérebro, literalmente, entra em campo. “Além dessa conexão motora, o futebol funciona como uma sofisticada ginástica cognitiva. Acompanhar o esporte exige o tempo todo o recrutamento do córtex pré-frontal, a área responsável pelo pensamento analítico e estratégico. Avaliar substituições, prever cenários táticos e calcular probabilidades de classificação são exercícios intelectuais de alto nível”, destaca Erica Oliveira.

Durante os noventa minutos, o cérebro vivencia uma montanha-russa química controlada. A iminência de uma derrota ou o aperto na defesa disparam o cortisol e a adrenalina, colocando o organismo em estado de alerta. “Quando o gol finalmente acontece, o sistema de recompensa é inundado por uma descarga maciça de dopamina e endorfinas, gerando uma sensação catártica de alívio e prazer absoluto. Esse ciclo permite que o indivíduo experimente e processe emoções extremas em um ambiente seguro e simbólico”, conta a franqueada do Supera.

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Para finalizar, Erica salienta que o maior trunfo do futebol para a saúde mental reside na conectividade social. O cérebro humano evoluiu para buscar o pertencimento a grupos. Ao compartilhar o amor por um clube, seja cantando em um estádio lotado ou trocando mensagens em um aplicativo, o organismo libera altas doses de oxitocina, o hormônio dos vínculos sociais. “Essa neuroquímica reduz os estados inflamatórios do cérebro, combate o isolamento e atenua os sintomas de ansiedade e depressão. Portanto, ao vestir a camisa e celebrar o seu time, saiba que você não está apenas apoiando um clube, mas oferecendo ao seu cérebro um poderoso banho de vitalidade, proteção e felicidade”.



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