ECONOMIA
Trans Obra completa 25 anos com rede de franquias
ECONOMIA
A franquia de locação de máquinas e equipamentos Trans Obra completou 25 anos de atuação no mercado brasileiro, com mais de 60 unidades em operação, presença em 26 estados e base de mais de 500 mil clientes atendidos. Os dados divulgados pela empresa mostram que a rede nasceu da proposta de oferecer soluções de locação de máquinas e ferramentas para o setor da construção civil e, ao longo de mais de duas décadas, consolidou modelo de franquia com portfólio completo de equipamentos, suporte especializado e sistema operacional testado.
De acordo com as informações apresentadas pela franqueadora, a Trans Obra diz ser reconhecida nacionalmente por seus valores éticos e pelo comprometimento com a satisfação de clientes, parceiros e colaboradores, oferecendo suporte em implantação, consultoria de campo e apoio de marketing. Uma análise sobre o mercado de franquias no Brasil pode ser importante para que empreendedores do setor da construção civil possam avaliar diferentes modelos de negócio diante do comportamento atual dos custos e índices do setor.
José Antônio Valente, diretor da Franquias Trans Obra, empresa de franquia de locação de equipamentos para construção civil, avalia que os dados apresentados refletem um cenário em que a trajetória histórica da empresa se torna um diferencial concreto para quem avalia ingressar no segmento.
Segundo o especialista, “vinte e cinco anos de operação no mercado de locação de equipamentos representam um histórico que o franqueado carrega desde o primeiro dia de funcionamento da sua unidade. Não se trata apenas de uma marca, mas de um sistema operacional construído com base em experiências reais em diferentes regiões, diferentes portes de mercado e diferentes ciclos econômicos da construção civil. Esse acúmulo é o que sustenta a previsibilidade do negócio para o franqueado. Com o custo da construção crescente, a locação de equipamentos para construção civil é uma alternativa para ajudar a reduzir custos em projetos de construção”.
No contexto analisado pelo Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) e publicado no Portal da FGV, o índice geral subiu 1,04% em abril de 2026, com aceleração simultânea nos três grupos constituintes: Materiais e Equipamentos (de 0,28% para 1,40%), Serviços (de 0,24% para 0,97%) e Mão de Obra (de 0,47% para 0,61%). Os números apresentados no relatório mostram que todas as sete capitais que compõem o INCC-M — Salvador, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo — registraram avanço em suas taxas de variação em abril, indicando que a pressão sobre os custos da construção civil não se concentrou em uma região específica.
Além disso, dados do IGP-M publicados no Portal da FGV mostram que o índice registrou alta de 2,73% em abril de 2026, revertendo uma sequência de variações negativas dos meses anteriores. O estudo aponta que o acumulado em 12 meses passou de -1,83% em março para 0,61% em abril, representando uma mudança de trajetória que pode afetar contratos e o planejamento de novos empreendimentos no setor.
O estudo citado anteriormente aponta ainda que o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) acelerou para 3,49% em abril, ante 0,61% em março, com o estágio das Matérias-Primas Brutas registrando alta de 5,78% no mês. A pesquisa afirma que o grupo de Bens Intermediários avançou 2,81% em abril, ante 0,32% em março, demonstrando que a pressão inflacionária se distribuiu por diferentes estágios da cadeia produtiva da construção civil.
Para Valente, os 25 anos de trajetória da Trans Obra no mercado de locação de equipamentos para construção civil indicam que o modelo de negócio tem sustentabilidade comprovada em diferentes ciclos econômicos.
“A rede cresceu e se consolidou ao longo de períodos de expansão e de contração do setor da construção civil. Isso demonstra que o modelo de locação de equipamentos responde a uma demanda estrutural do mercado, independentemente do momento econômico. Para o franqueado, esse histórico representa um ativo concreto: a certeza de que está ingressando em um negócio testado ao longo de 25 anos e presente em 26 estados do país”, conclui.
ECONOMIA
Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil
As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.
Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.
O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.
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