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Summit lança mentoria e pós-graduação em Direito da Saúde

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Durante o Summit Direito da Saúde, realizado nos dias 15 e 16 de maio de 2026, em São Paulo, o advogado especialista em Saúde Suplementar e professor Elton Fernandes lançou a Mentoria e Pós-Graduação em Direito Médico e da Saúde. O programa, credenciado pela Faculdade Santo Ivo (FASIPA), tem início previsto para 1º de julho de 2026 e tem como proposta reunir os maiores nomes da área.

O lançamento representa uma evolução direta da Formação Estratégica em Direito da Saúde, programa introduzido por Fernandes no Summit de 2025, que capacitou advogados para atuação na área de saúde suplementar. A nova pós-graduação incorpora os conteúdos da formação anterior, amplia a grade com novos módulos e confere ao aluno o título de especialista reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) ao término do curso.

Para Elton Fernandes, advogado especialista em plano de saúde e professor convidado da pós-graduação em Direito Médico e da Saúde na Universidade de São Paulo (USP) e na Santa Casa de São Paulo, o reconhecimento do MEC muda o posicionamento do advogado no mercado.

“O título de especialista não substitui a experiência prática, mas organiza e valida um percurso de formação. Em uma área sensível como o Direito Médico e da Saúde, em que decisões judiciais envolvem tratamentos, contratos, regulação e prova técnica, o advogado precisa dominar tanto o direito material quanto a estratégia processual”, afirma Fernandes.

Formato e metodologia

O programa combina aulas gravadas, aulas ao vivo de Processo Civil e sessões de mentoria quinzenais. Os encontros ocorrem alternadamente com os professores Elton Fernandes e Igor Mascarenhas.

O acesso à plataforma, ao onboarding e à comunidade exclusiva de alunos no WhatsApp é liberado imediatamente após a confirmação da inscrição. O acompanhamento e o acesso às gravações têm duração de 12 meses.

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Entre os formatos práticos do programa estão os “Hot Seats” — sessões de análise de casos reais conduzidas por Fernandes — e a “Sala Secreta”, evento presencial fechado em São Paulo com data a confirmar.

Conteúdo programático

O curso está estruturado em seis módulos. Os dois primeiros cobrem Direito da Saúde e Direito Médico, com conteúdo que inclui a Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656/1998), reajustes, portabilidade, oncologia, erro médico, responsabilidade hospitalar e normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Os módulos seguintes tratam de empreendedorismo jurídico, gestão de escritório e estratégias de captação de clientes. Os dois últimos módulos abordam o uso de inteligência artificial, com destaque para a ferramenta Claude, aplicado à automação de escritórios e ao cálculo de reajustes.

Sobre a inclusão de inteligência artificial na grade, Elton Fernandes, que atua exclusivamente em Direito da Saúde há mais de duas décadas, aponta uma mudança de postura na advocacia. “A inteligência artificial já faz parte da rotina da advocacia. A questão não é mais discutir se ela será usada, mas como será usada. O advogado precisa aprender a aplicar essas ferramentas com critério, revisão humana e responsabilidade, especialmente em uma área que exige precisão técnica como o Direito da Saúde”, acrescenta.

O programa inclui ainda materiais complementares: acesso a um repositório com modelos de petições, recursos e contratos; publicação de artigos na Law Letter; e a possibilidade de coautoria em obra jurídica com o professor Elton Fernandes.

Corpo docente

A coordenação da Mentoria e Pós-Graduação em Direito Médico e da Saúde é de Elton Fernandes, advogado especialista em Direito da Saúde Suplementar, professor convidado da USP e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e autor do livro Manual de Direito da Saúde Suplementar: direito material e processual em ações contra planos de saúde.

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O corpo docente é formado por Igor Mascarenhas, mestre em Ciências Jurídicas e especialista em Direito da Medicina; Alexandre Muñoz, juiz de Direito e doutorando em Processo Civil; Marcos Coltri, especialista em Direito Médico; Thaisa Guerreiro, defensora pública e especialista em saúde coletiva; Viviam Spina, médica perita do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE); além de Vanessa Ferreira, Clarissa Franco, Roberto Xavier e Flávia Maria.

Público-alvo

O programa destina-se a advogados recém-formados que buscam especialização na área, a profissionais que já atuam em Direito Médico e da Saúde e desejam aprofundar conhecimentos técnicos, e a advogados que buscam estruturar a captação de clientes e a gestão do próprio escritório.

O advogado Elton Fernandes, autor do Manual de Direito da Saúde Suplementar, um dos livros mais vendidos sobre planos de saúde, avalia que a área ainda é pouco ocupada proporcionalmente à demanda e que o momento exige, além de interesse, formação técnica sólida, tanto no direito material quanto na gestão do escritório.

“O Direito da Saúde não pode ser tratado como uma atuação eventual. É uma área que combina legislação específica, normas regulatórias, prova médica, Processo Civil e gestão de escritório. O advogado que pretende atuar com consistência precisa estudar com profundidade e também compreender como organizar sua prática profissional”, contextualiza o advogado especialista em Direito da Saúde Suplementar.



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Fairfield completa 15 anos no mercado corporativo

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Fundada em 2011, em Blumenau (SC), a Fairfield celebra em 2026 seus 15 anos de atuação no mercado. Ao longo da última década e meia, a empresa consolidou sua posição como corretora referência em riscos financeiros e soluções de proteção voltadas a empresas e pessoas físicas de média e alta renda. Nesse período, a marca também expandiu sua atuação para além dos seguros tradicionais, passando a oferecer soluções financeiras corporativas mais estratégicas, com foco em indústrias e departamentos financeiros que buscam previsibilidade, segurança operacional e gestão de riscos.

Ao longo dos últimos quinze anos, o seguro corporativo deixou de ser apenas um produto de prateleira para se consolidar como uma ferramenta estratégica de gestão financeira, conforme avalia Francisco Eduardo Broering Gomes, porta-voz da Fairfield. Segundo ele, acompanhando essa transformação do mercado, a empresa deixou de atuar de forma generalista e passou a se especializar em riscos financeiros.

“Isso aconteceu justamente quando o mercado amadureceu com a abertura regulatória da SUSEP, crescimento do seguro garantia e a redescoberta do seguro de crédito como ferramenta de previsibilidade. Nossa trajetória é o retrato de um mercado que trocou a venda de proteção avulsa pela inteligência de risco”, detalha.

De acordo com o especialista, a evolução da Fairfield para uma atuação mais estratégica no mercado corporativo ocorreu a partir de uma mudança no perfil dos interlocutores da empresa. Em vez de atuar apenas junto às áreas administrativas, a corretora passou a se aproximar diretamente de setores como tesouraria, crédito e cobrança, além de executivos financeiros, como CFOs.

Assim, produtos como seguro de crédito e seguro garantia ganharam um papel mais relevante dentro das empresas. Segundo o porta-voz, o seguro de crédito deixou de ser visto apenas como uma cobertura para perdas e passou a contribuir para operações mais seguras, além de facilitar o acesso a financiamentos em melhores condições. Já o seguro garantia passou a ser utilizado como alternativa à fiança bancária, ajudando a liberar capital de giro.

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“Entender o seguro como instrumento de eficiência financeira, e não só de mitigação de perda, foi o que nos levou ao território estratégico de hoje”, acrescenta.

Da inteligência financeira à especialização em riscos

Entre os principais marcos da trajetória da Fairfield, o profissional destaca três decisões estratégicas que ajudaram a consolidar a atuação da empresa no mercado. A primeira foi nascer como uma casa de inteligência financeira, e não apenas como mais uma distribuidora de apólices. A segunda, a especialização em seguro de crédito e seguro garantia, produtos diretamente ligados à gestão financeira das empresas. Já a terceira foi o investimento em tecnologia proprietária, tornando mais ágeis e transparentes processos que antes eram lentos e manuais. “A linha condutora sempre foi a mesma: proteger a operação do cliente de ponta a ponta”, pontua.

Atuação personalizada e foco na previsibilidade

Para atender empresas que buscam previsibilidade, segurança operacional e mitigação de riscos, a Fairfield atua como uma extensão da área financeira de seus clientes, explica Broering Gomes. Segundo ele, o trabalho começa com um diagnóstico detalhado da exposição real de cada operação antes mesmo da definição da apólice, levando em consideração as particularidades de cada setor. “O risco do agronegócio, por exemplo, é diferente do risco de uma indústria”, ressalta.

Broering Gomes também destaca que a reputação de uma corretora é construída principalmente no momento do sinistro, quando o cliente precisa acionar a cobertura contratada. “Previsibilidade não se entrega no fechamento do contrato, e sim quando o risco se materializa e o cliente descobre que estava de fato protegido”, afirma.

Tecnologia e dados como pilares da operação

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Na avaliação de Broering Gomes, a tecnologia passou a ocupar um papel estrutural dentro da Fairfield, contribuindo para tornar os processos mais ágeis, transparentes e eficientes. Segundo ele, no segmento de seguro de crédito, a empresa substituiu processos baseados em planilhas por fluxos de subscrição mais dinâmicos. Já no seguro garantia, a integração via API com seguradoras permitiu reduzir significativamente o tempo de cotação e emissão das apólices.

O uso de análise de dados também passou a fazer parte da estratégia da corretora, especialmente no monitoramento das carteiras e na antecipação de possíveis deteriorações de risco. Porém, o porta-voz ressalta que a tecnologia não substitui a análise humana. “Ela comprime o tempo e amplia a transparência, mas o valor continua na leitura humana do risco”, afirma.

Expansão geográfica e ampliação do portfólio

Para os próximos anos, Broering Gomes afirma que as perspectivas de crescimento da Fairfield estão concentradas em três frentes principais: expansão geográfica, avanço tecnológico e ampliação do portfólio de soluções financeiras. De acordo com ele, a empresa pretende fortalecer sua presença nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, consideradas estratégicas pela concentração de operações corporativas e demandas relacionadas à gestão de riscos.

No campo da tecnologia, a meta é tornar a contratação de soluções de proteção financeira cada vez mais simples, ágil e digital. A proposta, de acordo com o porta-voz, é aproximar a experiência do cliente de processos já consolidados em operações digitais maduras, sem perder a personalização no atendimento.

Além disso, a Fairfield planeja ampliar sua atuação em áreas como câmbio, hedge, financiamento ao comércio exterior e proteção de executivos. “O objetivo é tornar a proteção financeira mais acessível, rápida e inteligente — sem abrir mão de entender o negócio do cliente primeiro”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://www.fairfield.com.br/



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