ECONOMIA
Revestimento leve impulsiona construção sustentável
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Uma pesquisa publicada pela editora científica MDPI, na revista Materials, indica que sistemas de fachada mais leves representam uma estratégia relevante para reduzir a pegada ambiental ao longo de todo o ciclo de vida dos edifícios. O estudo aponta que a diminuição de massa nos elementos construtivos contribui para menor consumo de energia no transporte, redução de cargas estruturais e maior eficiência no uso de recursos, especialmente em projetos orientados por critérios de sustentabilidade.
O estudo também destaca que a avaliação ambiental de fachadas deve considerar não apenas a fase de uso dos edifícios, mas todo o ciclo de vida dos materiais, desde a extração de matérias-primas até a instalação dos sistemas construtivos. Nesse contexto, especialistas defendem que materiais alternativos ganham espaço na construção civil.
“Produtos desenvolvidos com foco em leveza e desempenho técnico passam a ser considerados não apenas pela estética, mas também pelo impacto ambiental associado. A adoção de soluções com menor peso específico pode influenciar diretamente indicadores de eficiência energética e emissões de carbono, aspectos cada vez mais observados por incorporadoras e investidores”, esclarece Brenno Coelho, gerente-executivo da Ecogranito®.
É nesse cenário que se insere o Grattano, desenvolvido pela Ecogranito. “O revestimento apresenta peso significativamente inferior ao do granito convencional, característica que permite associá-lo a práticas mais sustentáveis na construção civil. Ao reduzir a carga total das fachadas, o material contribui para soluções construtivas mais eficientes e alinhadas às diretrizes contemporâneas de engenharia e arquitetura”, explica Brenno.
Apesar das comparações frequentes com o granito natural, é importante delimitar as aplicações de cada material. O Grattano foi concebido especificamente para superfícies verticais, com desempenho adequado para uso em paredes, muros e fachadas. Não se trata de um substituto direto para aplicações horizontais, como bancadas e áreas molhadas, que demandam características técnicas distintas.
Se a busca por fachadas mais eficientes está diretamente ligada à adoção de materiais capazes de entregar desempenho técnico com menor impacto ambiental ao longo de sua vida útil, Brenno ainda ressalta que a diferenciação de uso é um ponto central para especificadores e consumidores. “Ao compreender que o Grattano é um revestimento voltado a planos verticais, evita-se a inadequação em projetos e reforça-se sua proposta de valor. A aplicação correta potencializa seus benefícios, tanto do ponto de vista estético quanto ambiental, consolidando o material como uma alternativa técnica dentro de um mercado cada vez mais orientado por eficiência e sustentabilidade”, finaliza o gerente-executivo da Ecogranito®.
Sobre a Ecogranito
A Ecogranito® é reconhecida por introduzir no Brasil, há mais de 16 anos, a tecnologia japonesa de revestimento com efeito granito, 93% mais leve que a pedra natural, patenteada e com durabilidade superior a 10 anos. Fundada em 2009, em Belo Horizonte, pela Família Las Casas e pela Hsieh Empire Participações, a empresa nasceu com foco em inovação, responsabilidade ambiental e excelência técnica, entregando soluções que unem estética, engenharia e desempenho para o mercado da construção civil.
Com mais de 2,1 milhões de metros quadrados aplicados no Brasil, Estados Unidos e Canadá, a Ecogranito é especializada em revestimentos de alto padrão para fachadas e interiores, atendendo construtoras, arquitetos e outros mercados.
Seu portfólio é composto por:
Grattano: linha de revestimentos com efeito granito e outras pedras naturais, que une estética sofisticada, leveza estrutural e versatilidade de aplicação.
Primalle: linha técnica complementar de preparação, proteção e acabamento, garantindo desempenho e durabilidade ao sistema.
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Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil
As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.
Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.
O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.
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