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Pantalica Partners viabiliza funding para torre Metropolis

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A Pantalica Partners, consultoria líder em corporate finance no Brasil e na América Latina, foi responsável por estruturar e captar os recursos necessários para a conclusão da torre Metropolis, em Fortaleza, considerada o maior, mais sofisticado e funcional empreendimento comercial da cidade. O trabalho teve a liderança dos sócios da consultoria Salvatore Milanese, Bruno Carvalho e John Chen.

O edifício, erguido pela Reata Arquitetura & Engenharia, é o único de Fortaleza com capacidade para receber helicópteros de grande porte em seu heliponto e contará ainda com rooftop com restaurante de luxo. A torre terá como inquilina uma das maiores business schools da América Latina. A Reata fechou contrato para que o IBMEC instale no Metropolis sua unidade voltada ao atendimento de todo o Nordeste.

Para a Pantalica Partners, a operação reforça seu posicionamento como parceira estratégica na estruturação de soluções financeiras sob medida para projetos de grande porte no país.

Sobre a Pantalica Partners Fundada em 2014, a Pantalica Partners é uma consultoria de corporate finance que atua, entre outras frentes, em restructuring e turnaround, gestão estratégica, melhoria de performance e captação de recursos para empresas. Sua equipe, formada por profissionais experientes e habituados a operações de alta complexidade, já participou de mais de 200 transações e mais de 70 projetos de restructuring no Brasil, que alcançam mais de R$ 125 bilhões. É reconhecida pela Debtwire e pela Leaders League como uma das melhores e mais ativas consultorias da América Latina.

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Além do salário, médicos priorizam ambiente de trabalho

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A remuneração continua sendo um fator importante na decisão de carreira dos médicos, mas deixou de ser o único elemento considerado na escolha de uma oportunidade profissional. Aspectos como autonomia, condições de trabalho, desenvolvimento de carreira e estrutura oferecida pelas instituições vêm ganhando espaço na avaliação dos profissionais.

Segundo Rafael Duarte, CEO e fundador do Grupo RD Medicine, instituição especializada na preparação de médicos para as provas americanas de validação profissional (USMLE), essa mudança reflete uma transformação na forma como a profissão é exercida. “O médico não avalia apenas o valor da proposta. Hoje, ele também considera como será sua rotina de trabalho, qual será sua autonomia e se aquele ambiente permitirá crescimento profissional no longo prazo”, afirma.

O cenário acompanha mudanças observadas no mercado de trabalho médico. Um estudo aponta que a rotatividade da força de trabalho médica no Brasil supera 36,7%, índice considerado elevado para uma profissão tradicionalmente associada à estabilidade. Os dados indicam que a decisão de permanecer ou deixar uma instituição envolve fatores que vão além da remuneração.

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Nas últimas décadas, o aumento da renda costumava estar diretamente relacionado ao número de plantões e procedimentos realizados. Atualmente, porém, médicos também analisam aspectos como qualidade da gestão, disponibilidade de recursos, organização dos serviços e condições para exercer a prática clínica.

“O foco deixou de ser apenas quanto se ganha e passou a incluir como se trabalha. Estrutura e organização deixaram de ser diferenciais e passaram a ser requisitos para muitos profissionais”, explica Duarte.

A importância desses fatores também aparece em outra pesquisa, que associa falhas de gestão, ausência de recursos, sobrecarga de trabalho e problemas nas relações profissionais aos níveis de insatisfação entre trabalhadores da saúde.

Ao mesmo tempo, mudanças recentes no sistema de saúde reforçam esse cenário. O relatório Doximity Physician Compensation Report 2025 mostra aumento médio de 3,7% na remuneração médica entre 2023 e 2024. Apesar disso, o estudo aponta que muitos profissionais relatam maior pressão decorrente de cortes de reembolso, aumento de custos e ampliação da carga de trabalho.

Na avaliação de Duarte, esses fatores têm alterado os critérios utilizados pelos médicos na escolha de uma instituição. “Quando não existem perspectivas de desenvolvimento, reconhecimento ou boas condições para exercer a profissão, aumentos salariais acabam funcionando apenas como soluções temporárias para problemas estruturais”.

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Outro aspecto destacado pelo executivo é a relação entre desenvolvimento profissional e retenção de talentos. Segundo ele, ambientes que investem em formação continuada e evolução técnica tendem a fortalecer o vínculo entre médicos e instituições.

“Quando o profissional percebe que a instituição investe na sua trajetória, ele deixa de enxergar aquele local apenas como um emprego e passa a vê-lo como um espaço para construir sua carreira”, acrescenta.

Para Duarte, a disputa por médicos qualificados tende a ser cada vez mais influenciada pela qualidade do ambiente de trabalho.

“As instituições que conseguirem oferecer estrutura, organização e oportunidades de desenvolvimento estarão mais preparadas para atrair e reter profissionais. A remuneração continua importante, mas já não explica sozinha as decisões de carreira dos médicos”, finaliza.



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