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Juros acima de 400% elevam risco financeiro das empresas

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As taxas de juros do rotativo do cartão de crédito ultrapassaram os 400% ao ano, segundo dados recentes do Banco Central do Brasil, atingindo o maior nível em mais de uma década. O avanço do custo do crédito também impacta pequenas e médias empresas que dependem de limite bancário, antecipações e crédito de curto prazo para manter fluxo de caixa e capital de giro.

Para especialistas da GCDR – Advogados Bancários, escritório com atuação em direito bancário empresarial e revisão de contratos financeiros sediado em Porto Alegre, o cenário reforça a necessidade de análise técnica das condições de crédito oferecidas por instituições financeiras.

“Nem toda cobrança é irregular, mas existem situações em que os encargos ultrapassam padrões razoáveis de mercado e podem gerar desequilíbrio contratual para empresas e consumidores, especialmente quando há mudança na capacidade de pagamento e o passivo já não cabe mais no caixa”, explica o Dr. Felipe Gantus Chagas, da GCDR Advocacia – Assessoria Empresarial.

Entre os principais sinais de atenção apontados por especialistas em revisão de contratos bancários estão juros acima da média praticada no mercado, capitalização indevida sem previsão contratual clara, falta de transparência sobre o custo efetivo total da operação e cobrança excessiva de encargos financeiros quando há mudança na capacidade de pagamento.

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Segundo a equipe da GCDR – Recuperação Extrajudicial, empresas que enfrentam dificuldade com renegociação bancária, aumento de passivos financeiros e pressão sobre o fluxo de caixa costumam buscar análise jurídica especializada para avaliar possibilidades de revisão contratual e reorganização financeira.

Além da análise jurídica, especialistas reforçam a importância do planejamento financeiro preventivo. Avaliar o impacto do crédito no caixa da empresa, comparar taxas antes da contratação e acompanhar indicadores financeiros são medidas que ajudam a reduzir riscos em operações de capital de giro e crédito empresarial.

Para entender melhor temas relacionados a juros abusivos, renegociação bancária e contratos financeiros, o blog da GCDR Advocacia – Advogados Financeiros reúne conteúdos educativos voltados a empresas que buscam mais previsibilidade financeira e segurança nas relações com instituições bancárias.

O aumento do custo do crédito também ampliou a procura por orientação relacionada à revisão de contratos financeiros e reestruturação de dívidas empresariais, especialmente em segmentos mais dependentes de capital de giro e crédito de curto prazo.

Como parte de sua atuação em direito bancário empresarial e revisão de contratos financeiros, a GCDR Advocacia também mantém um blog com conteúdos educativos sobre temas ligados a juros abusivos, renegociação bancária, capital de giro, revisão contratual e planejamento financeiro para empresas e consumidores. A proposta é ampliar o acesso à informação sobre relações bancárias e auxiliar na compreensão de riscos financeiros e direitos previstos na legislação.”

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Mais informações disponíveis em: GCDR Advocacia | contato@gcdradvocacia.com.br | atendimento nacional



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Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil

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As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.

Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.

O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.

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