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Elgin, SPFC e GSH promovem ação de doação de sangue

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Neste sábado (27/06), a Elgin, em parceria com o São Paulo Futebol Clube (SPFC) e o GSH Banco de Sangue de São Paulo, realiza uma ação voltada à conscientização e ao incentivo à doação de sangue. O evento acontecerá das 7h às 18h, na sede do Banco de Sangue, na Rua Dr. Tomás Carvalhal, 711, e visa mobilizar a comunidade em prol de uma causa que salva vidas.

Os parceiros unem forças para engajar a população, atrair novos doadores e colaborar com o aumento dos estoques de bolsas de sangue do município. Entre 10h e 13h, os voluntários poderão interagir com o Santo Paulo, mascote oficial do clube, que visitará o espaço. Os participantes também poderão conferir a taça do Mundial do SPFC e quem realizar a doação receberá adesivos personalizados da campanha “Eu Apoio”, além de brindes da Elgin.

“Apoiar a doação de sangue é apoiar a vida. Para a Elgin, fazer parte desta iniciativa ao lado de parceiros tão grandiosos como o São Paulo Futebol Clube e o GSH Banco de Sangue de São Paulo reforça o nosso compromisso com a responsabilidade social. Entendemos que precisamos usar a nossa marca e a nossa sinergia para gerar um impacto positivo na sociedade, por isso estamos muito orgulhosos de impulsionar essa causa”, destaca Gabriela Feder Gil, Diretora de Marketing da Elgin.

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Segundo Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue de São Paulo, a doação de sangue é um gesto simples, mas que tem um impacto imensurável na vida de pacientes que dependem de transfusões para continuar seu tratamento. “Iniciativas como esta são fundamentais para aproximar a população dessa causa e reforçar a importância de manter os estoques abastecidos de forma contínua. Ficamos muito felizes em contar com parceiros como a Elgin e o São Paulo Futebol Clube, que utilizam sua visibilidade e capacidade de mobilização para ampliar essa corrente de solidariedade e incentivar novos doadores”, ressalta.

A ação é totalmente gratuita e aberta ao público geral. Para participar, basta preencher os requisitos básicos, como peso mínimo de 50kg, estar alimentado e apresentar documento oficial com foto. No momento da doação, o voluntário passará por uma triagem com os profissionais do Banco de Sangue, em que serão verificados alguns outros componentes de saúde.

Serviço:

Campanha de Doação de Sangue – Elgin, SPFC e GSH Banco de Sangue de SP

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Data: 27 de junho (sábado)

Horário: Das 7h às 18h

Local: Banco de Sangue de São Paulo

Endereço: Rua Dr. Tomás Carvalhal, 711 – Paraíso, São Paulo – SP



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O que observar antes de ingressar em um curso de Medicina

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Ingressar em Medicina é um objetivo que mobiliza milhares de estudantes todos os anos. Mas, diante da conquista da aprovação, um aspecto fundamental não pode ficar em segundo plano: a escolha da instituição onde será construída a formação profissional. 

Mais do que encontrar uma vaga, futuros médicos e suas famílias precisam avaliar se a faculdade oferece as condições necessárias para uma formação sólida, segura e alinhada às exigências da profissão. Em um curso de longa duração, alto investimento financeiro e grande impacto social, aspectos como autorização do Ministério da Educação (MEC), qualidade da estrutura acadêmica e acesso a atividades práticas devem fazer parte da análise antes da matrícula. 

A preocupação é especialmente relevante em um momento em que o país busca ampliar o número de médicos em atividade. O desafio, porém, não se resume à abertura de vagas. Para especialistas, é essencial garantir que a expansão da formação médica ocorra com qualidade e dentro dos parâmetros definidos pelos órgãos reguladores. 

No Tocantins, por exemplo, a discussão ganha relevância diante das necessidades de assistência em saúde e das diferenças na distribuição de profissionais entre a capital e os municípios do interior. Dados da Demografia Médica 2025 mostram que o estado possui 4.427 médicos registrados, o equivalente a 2,81 profissionais por mil habitantes. Embora o indicador apresente evolução, ainda existem desafios relacionados ao acesso à assistência em diversas regiões. 

Nesse contexto, a qualidade da formação dos futuros profissionais torna-se um tema estratégico. 

Para o médico Florentino Cardoso, cirurgião oncológico, presidente da Associação Médica Brasileira (2011-2017) e conselheiro titular do Conselho Federal de Medicina (2019-2024), a decisão sobre onde estudar deve considerar critérios técnicos e estruturais que terão impacto direto na formação profissional. 

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“Medicina não é um curso que possa ser tratado apenas como oferta educacional. A formação médica exige adequada estrutura, professores qualificados, projeto pedagógico consistente, campo de prática, preceptoria e supervisão permanente. Quando esses aspectos não são observados, o estudante fica exposto e, mais adiante, o paciente”, afirma. 

Um dos primeiros passos é verificar se o curso possui autorização para funcionar. A consulta pode ser feita gratuitamente por meio do Cadastro e-MEC, sistema oficial do Ministério da Educação que reúne informações sobre instituições e cursos superiores em funcionamento no país. 

Na plataforma, é possível confirmar a situação regulatória do curso, identificar a instituição responsável pela oferta e consultar os atos autorizativos emitidos pelo MEC. A recomendação é que essa verificação seja feita antes de qualquer compromisso financeiro. 

Segundo Dr. Florentino, entender a situação do curso é uma medida de proteção para estudantes e famílias. 

“O estudante deve saber exatamente onde está entrando. É preciso verificar se há autorização regular, se a instituição está submetida à supervisão do MEC e se existem condições reais para que a formação aconteça com qualidade. A escolha não pode ser movida apenas pelo sonho de cursar Medicina. É preciso escolher com segurança”, destaca. 

Outro aspecto decisivo é a formação prática. Diferentemente de outros cursos, a graduação em Medicina depende de uma vivência contínua em ambientes de assistência à saúde. Laboratórios, centros de simulação, ambulatórios, unidades básicas de saúde, hospitais e programas de internato são componentes essenciais para o desenvolvimento das competências clínicas. 

Por isso, antes da matrícula, é recomendável que o candidato procure entender onde ocorrerão as atividades práticas, quais são os convênios mantidos pela instituição, como funciona a supervisão dos estudantes e quem são os profissionais responsáveis pela preceptoria. 

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“Não basta abrir vagas. É preciso garantir que cada aluno tenha condições adequadas de aprender. A boa formação médica depende de acompanhamento, prática supervisionada e responsabilidade social. O país precisa de médicos bem formados, não apenas de mais diplomas”, reforça Dr. Florentino. 

A transparência institucional também merece atenção. Informações sobre estrutura, corpo docente, campos de prática, internato, mensalidades e situação regulatória devem estar facilmente disponíveis para consulta. Em cursos com duração mínima de seis anos, qualquer incerteza relacionada à oferta pode gerar impactos acadêmicos, financeiros e pessoais relevantes. 

A recomendação é que estudantes e responsáveis façam uma avaliação cuidadosa antes da decisão final. Entre os principais pontos a serem observados estão: 

  • Situação do curso no sistema e-MEC; 
  • Qualificação do corpo docente; 
  • Estrutura de laboratórios e centros de simulação; 
  • Existência de campos de prática e convênios com a rede de saúde; 
  • Organização do internato médico; 
  • Transparência das informações acadêmicas e regulatórias. 

Para quem sonha com a carreira médica, a aprovação no vestibular representa apenas o primeiro passo. A qualidade da formação recebida ao longo dos anos será determinante para a construção da trajetória profissional e para a segurança dos pacientes que serão atendidos no futuro. 

“Saúde é nosso bem maior. Quando falamos de curso de Medicina, estamos falando da vida das pessoas. A regulação existe para proteger o estudante, sociedade e paciente. Escolher bem a instituição é o primeiro passo para uma carreira construída com qualidade e segurança”, conclui Dr. Florentino.



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