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Cranberries incrementam a economia nacional

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O consumo de cranberry no Brasil cresceu 131% nos últimos anos, de acordo com dados da Comex Stat, que registraram importações superiores a 2,5 milhões de quilos por ano. O aumento reflete a expansão da demanda por produtos funcionais no mercado nacional.

Amplamente reconhecido por suas propriedades saudáveis, destaca-se como um aliado no combate a infecções do trato urinário, além de ser um potente anti-inflamatório e auxiliar na prevenção de doenças cardiovasculares. Esses benefícios tornam o cranberry um ingrediente cada vez mais desejado, especialmente em um cenário de crescente conscientização sobre saúde e bem-estar.

Globalmente, o mercado de cranberry foi avaliado em US$ 2,35 bilhões em 2024 e projeta-se que atinja US$ 2,83 bilhões até 2028. De acordo com o relatório Global Cranberries Market Report 2025, da The Business Research Company, a previsão é de que o mercado chegue a US$ 2,97 bilhões até 2030.

Para difundir o consumo da “Superfruta Original Americana” e ampliar a oferta na alimentação dos brasileiros, destacando seus benefícios nutricionais e o modelo sustentável de produção, o Cranberry Institute (CI) — entidade norte-americana que atua como organização de pesquisa e divulgação científica da fruta — fomenta uma série de estudos sobre nutrição, sustentabilidade e saúde, além de incentivar práticas agrícolas responsáveis.

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Além do valor nutricional a fruta ocupa lugar de destaque na cultura norte-americana, onde é produzido por mais de 1.100 pequenos agricultores familiares — muitos deles na quarta, quinta ou sexta geração — em plantações que ocupam cerca de 15 mil hectares, distribuídos principalmente nos estados de Wisconsin, Massachusetts, Nova Jersey, Oregon e Washington.



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Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil

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As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.

Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.

O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.

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