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Campanha no Rio convoca foliões a preservarem o patrimônio histórico

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O Iphan, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, realiza em parceria com a Riotur a campanha “Quem samba cuida”, voltada para a conscientização dos foliões sobre a importância da preservação dos bens culturais tombados em nível federal no Rio de Janeiro. O objetivo é chamar a atenção do público que frequenta os blocos de rua, incentivando atitudes responsáveis, que conciliem a celebração com a proteção do patrimônio histórico.

A campanha pode ser vista nos sites oficiais do Carnaval de Rua do Rio e em pontos estratégicos próximos a bens tombados, especialmente em áreas por onde passam os cortejos carnavalescos. Em alguns desses locais, o público pode conhecer um pouco da história dos bens culturais por meio de lonas informativas.

A superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Patrícia Wanzeller, comemora os resultados já alcançados pela campanha neste ano…

“A Rua Primeiro de Março, repleta de prédios tombados, historicamente sofria danos durante a passagem dos blocos. Esse ano, os megablocos abraçaram a ideia e passaram a fazer alertas ao público pedindo para não urinar e nem subir nos monumentos. O resultado foi extremamente positivo. Até o momento, nenhum dano foi registrado”.

As ações também incluem um cubo de LED instalado na Praia de Copacabana, com mensagens de conscientização para cariocas e turistas até o dia 22 de fevereiro, e a divulgação de posts de conscientização nas redes sociais, que reforçam a importância da colaboração do público e orientam para que não subam nos monumentos, não urinem nem pratiquem qualquer forma de depredação dos bens históricos.  

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Fonte: EBC Cultura

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Janis Joplin é homenageada em exposição no Museu da Imagem e do Som-SP

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Ícone da contracultura hippie e dona de uma das maiores vozes do rock, Janis Joplin é homenageada em uma exposição que começou nesta quinta-feira no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. São mais de trezentos itens originais da cantora e compositora estadunidense, entre cartas, fotografias, figurinos e discos. 

Janis Joplin teria completado 83 anos em janeiro. Ela morreu em outubro de 1970, aos 27 anos, e se consagrou como uma das grandes vozes do rock, além de ter uma presença de palco eletrizante. 

Na mostra, o público pode ver fotos, livros e discos de músicos de blues que influenciaram a artista, além de cartas, desenhos criados por ela, acessórios e roupas  – objetos que estavam guardados desde a morte da cantora e são exibidos pela primeira vez.  O diretor-geral do MIS e curador da exposição, André Sturm, explicou a ideia de dividir a exposição por sentimentos. Para ele as emoções eram intensas, por isso escolheu este lado mais potente: o amor, a felicidade, a tristeza, a liberdade…

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A intensidade da voz rasgada pode ser ouvida em trechos de músicas disponíveis na mostra e também no vídeo exibido em uma tela enorme  com um trecho da apresentação no Festival de Monterey Pop em 67, um ponto de virada na carreira de Janis Joplin. 

Uma das salas é dedicada à vinda de Janis ao Brasil: em fevereiro de 1970, meses antes de morrer, ela desembarcou no Rio de Janeiro, em pleno carnaval, conheceu Alcione e Serguei, deu canjas em boates e foi fotografada nas praias cariocas. 

Chris Flannery foi consultor da exposição, e fez a ponte entre o museu e a família da cantora. Ele conta que a mostra traz a essência do estilo boho-chic de Janis e vai além

“Eu acho que nos manuscritos, nos desenhos dela, você vai ver um lado dela que as pessoas não conheciam: ela era uma artista. Então tem um espaço com a arte dela aqui. Então agora você tem a chance de começar a entender quem foi essa mulher. E tem muitos detalhes, muitas coisas da história dela e foi feito um ótimo trabalho de capturar a essência de quem ela foi como musicista”.


Foto da Expo Janis Joplin
Foto da Expo Janis Joplin

Entre os anos de 1966 e 1970, Janis Joplin gravou quatro discos: dois como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company e dois em carreira solo. O último deles, “Pearl”, foi lançado em janeiro de 1971, três meses depois da morte da cantora.

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Janis Joplin foi livre à sua própria maneira e, além da importância na música, também representou um símbolo de liberdade para as mulheres ao não se encaixar em papéis sociais estabelecidos. 

A exposição “Janis” fica em cartaz no MIS até o mês de julho, e os ingressos podem ser comprados no site do museu. Às terças-feiras, a entrada é gratuita.


Fonte: EBC Cultura

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