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Rondonópolis mantém resultado positivo e abre 166 vagas de emprego

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Com 4.267 admissões e 4.101 desligamentos, Rondonópolis gerou 166 novas vagas de trabalho com carteira assinada em julho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho que mostram ainda que em 2023, entre os meses de janeiro e julho, a cidade acumula um saldo positivo de 3.666 postos de trabalho criados.

Com a abertura de 3.666 vagas de trabalho em sete meses, Rondonópolis é a cidade do interior de Mato Grosso que mais gerou empregos este ano.

O Caged mostra que em julho, os setores de serviço e da construção civil fecharam o mês com saldo positivo na geração de empregos na cidade. O setor de serviços foi o responsável pela abertura de 162 novas vagas de trabalho com carteira assinada, enquanto a construção civil criou mais 50 novos postos.

Por outro lado, os demais setores demitiram mais do que contrataram neste mês de julho. A maior quantidade de vagas foram fechadas pela agropecuária, 18, seguida da indústria, 16, e do comércio, que teve saldo negativo de 12 vagas.

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No ano, contudo, entre janeiro e julho, o saldo na geração de empregos é positivo em todos os setores da economia local. Somente o setor de serviços foi o responsável pela abertura de 1.909 novas vagas de trabalho na cidade.

A construção civil criou 1.045 postos de trabalho, assim como o comércio, que foi o responsável por abrir 608 vagas. Também com resultados positivos, a indústria criou 55 vagas e a agropecuária, 49 novos postos de trabalho.

Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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