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​Reforma do Hospital da Lions segue com intervenções em diferentes setores

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A Prefeitura de Rondonópolis, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), prossegue com a reforma do Hospital Municipal Cristyan Mary da Silveira Lima, conhecido como Hospital da Lions.

O local é considerado pela gestão municipal um dos pontos mais críticos da Saúde, e foi recebido pelo atual governo com sérios problemas estruturais e em situação de total abandono.

Melhorias como a manutenção geral dos aparelhos de ar-condicionado e de toda climatização do hospital, revisão de todo o abastecimento interno de água da unidade e intervenções na parte elétrica da área externa do hospital já foram realizadas.

Foto Marcos Miraglia

Agora, as equipes da SMS atuam na reforma hidrossanitária (equipamentos que compõem os sistemas de água, esgoto sanitário e águas pluviais), intervenções na parte elétrica interna e na pintura do hospital, além da reforma geral da recepção e dos corredores.

O próximo passo será a troca de 100% do telhado do hospital. Para isso, o projeto já foi concluído e o orçamento garantido, para que nos próximos 20 dias a licitação seja realizada. A expectativa é concluir esse trabalho antes do período chuvoso. 

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O secretário Municipal de Saúde, Israel Paniago, que assumiu recentemente a Pasta, colocou como prioridade a conclusão da reforma, garantindo assim um local mais adequado para os pacientes, acompanhantes e servidores.

“Sabemos dos problemas do hospital e estamos trabalhando para conseguir melhorar aquele espaço. Contudo, a solução definitiva será somente a construção de um novo hospital, projeto, esse, que foi concluído recentemente e que está recebendo uma atenção especial da gestão”, explica o secretário.

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Rondonópolis adota novo método para monitorar e combater o Aedes aegypti

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A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Vigilância Epidemiológica, aderiu a um novo método de controle e manejo do vetor Aedes aegypti, que passa a ser utilizado junto a todas as ações que são desenvolvidas para o combate ao mosquito.

O novo método, chamado ovitrampa, faz parte de um programa do Ministério da Saúde (MS) que o Município de Rondonópolis aderiu. Ele consiste na instalação de armadilhas utilizadas para monitorar a presença e a densidade populacional do mosquito (vetor da dengue, zika e chikungunya).

As armadilhas simulam um criadouro, atraindo as fêmeas para depositar seus ovos. A primeira região a receber a novidade possui uma área com aproximadamente 20 mil imóveis, indo do Monte Líbano até a região do Carlos Bezerra. O local foi escolhido após um levantamento das regiões com maior índice de infestação pelo mosquito nos últimos 5 anos.

Foto – Marcos Miraglia

Segundo a responsável pela Vigilância Epidemiológica, Vânia Scapini, após a instalação da armadilha, o agente de endemias passa, cinco dias depois, e faz o recolhimento. Em laboratório, é realizada a contagem dos ovos e, com isso, é possível identificar o risco para aquela região.

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“Essas armadilhas, além de eliminar ovos do ambiente, são importantes para ajudar a direcionar as ações da Secretaria de Saúde. Sabendo como está o índice de infestação, podemos atuar de forma pontual e garantir um maior controle”, explica Vânia.

Mesmo fora do período chuvoso, o novo método já apontou pontos que merecem a atenção do Município, e as ações de combate ao mosquito estão sendo reforçadas. “Lembramos que a população deve continuar fazendo sua parte durante todo o ano”, reforça Vânia.

O novo método é chamado de ovitrampa. Foto – Marcos Miraglia

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