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Prefeitura antecipa o fim do expediente para 16h nesta quarta feira, sem prejuízo aos serviços essenciais

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A Prefeitura de Rondonópolis estabeleceu horário especial de expediente nesta quarta-feira (24) para que servidores e população possam acompanhar a partida da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA 2026. A medida está no Decreto nº 13.432, assinado pelo prefeito Cláudio Ferreira e publicado no Diário Oficial do Município.

Pela norma, o expediente administrativo nos órgãos e entidades da Administração Pública Municipal, direta e indireta, será encerrado às 16h. O Brasil entra em campo às 19h (horário de Brasília), diante da Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, em jogo decisivo para a classificação na fase de grupos.

O decreto deixa claro que a antecipação vale exclusivamente para esta quarta-feira, não gerando efeito automático para eventuais jogos seguintes da competição, que dependerão de regulamentação específica, caso necessário.

A administração também assegurou que o funcionamento da cidade não será comprometido. O horário especial não se aplica aos serviços públicos considerados essenciais e indispensáveis à população, que deverão funcionar normalmente ou em regime de plantão. Caberá aos secretários municipais e aos dirigentes de autarquias e fundações adotar as medidas necessárias para garantir a continuidade do atendimento, com escalas de revezamento, plantões ou sobreavisos.

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Segundo o texto, a medida não acarreta prejuízo aos serviços essenciais nem implica pagamento de horas extras ou qualquer vantagem pecuniária aos servidores.

Ao justificar a decisão, o Executivo destacou a relevância social, cultural e esportiva dos jogos da Seleção Brasileira, que tradicionalmente mobilizam grande parte da população e despertam elevado interesse coletivo. O decreto entrou em vigor na data de sua publicação.

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Servidora municipal é demitida por faltar ao trabalho por mais de três anos

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A gestão pública municipal segue atuando com rigor e seriedade administrativa frente às irregularidades praticadas por servidores. Uma funcionária pública da rede municipal de ensino de Rondonópolis foi demitida por abandono do cargo. O Município de Rondonópolis publicou decisão administrativa determinando a demissão da servidora e a devolução obrigatória aos cofres públicos de R$ 12.480,19 pagos indevidamente.

Conforme a decisão, a professora permaneceu afastada por licença para tratar de interesse particular entre outubro de 2020 e setembro de 2022. Após o término do prazo, ela não retornou ao trabalho e não apresentou justificativas para as faltas. A Prefeitura realizou ainda várias notificações para que a servidora comparecesse e regularizasse sua situação.

Diante da ausência prolongada, o Município instaurou Processo Administrativo Disciplinar (PAD), com a apuração de todo o caso e garantia do direito à ampla defesa da servidora. Durante as investigações, também foi constatado o recebimento indevido de R$ 12.480,19 oriundos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), valor que deverá ser devolvido aos cofres públicos.

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A decisão adotada pelo Paço Municipal reforça a postura da atual administração de fiscalizar a conduta funcional dos servidores e adotar as medidas previstas em lei diante de irregularidades. A Prefeitura destaca que a grande maioria dos servidores efetivos cumpre normalmente suas funções e contribui para o funcionamento dos serviços públicos, mas casos de abandono de cargo ou outras infrações graves estão sujeitos às penalidades previstas na legislação.

A administração municipal também considera que a ausência prolongada de um servidor gera impactos diretos na prestação dos serviços à população. Na educação, por exemplo, quando um professor deixa de comparecer ao trabalho, o Município precisa garantir outro profissional para que os alunos não fiquem sem atendimento.

Ao todo, o Município contabiliza seis servidores efetivos demitidos nos últimos 10 anos, sendo três deles somente em 2026. Os números demonstram um aumento das medidas administrativas adotadas pelo Paço Municipal neste ano diante de casos considerados graves e devidamente apurados em processos administrativos.

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