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GASP coloca em funcionamento câmeras na Praça Bom Jesus

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Durante as comemorações dos 70 anos da Vila Operária, nesta sexta-feira (25), o Gabinete de Segurança Pública de Rondonópolis (GASP) colocou em pleno funcionamento as câmeras de vigilância do programa Vigia Mais instaladas na Praça Bom Jesus, no referido bairro. A partir de agora as câmeras presentes no local também passam a ser monitoradas pelo Centro de Segurança e Inteligência (CeSIR), criado nesta nova gestão.

O gestor do Gabinete de Segurança Pública (GASP), Carlos Guinancio, informou ainda que as câmeras instaladas na Praça Brasil e na Praça da Saudade, na região central da cidade, serão as próximas a terem seu pleno funcionamento, com o devido monitoramento. Inclusive, na Praça da Saudade, muitas câmeras foram furtadas, tendo de ser substituídas. A Praça dos Carreiros, também central, já está com o sistema de vigilância em funcionamento.

Conforme Guinancio, Rondonópolis vive um novo momento na segurança pública com o serviço de monitoramento propiciado pelo CeSIR, que faz o monitoramento de imagens do Vigia Mais e do circuito fechado de TV de prédios da municipalidade e conta com um tático motorizado, disponibilizando três viaturas. Atualmente, Rondonópolis conta com mais de 500 câmeras de vigilância em funcionamento e agora com o devido monitoramento.

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“O grande ganho com essa ação é a certeza de que as praças estão sendo vigiadas pela administração em tempo real, com o monitoramento do CeSIR”, avaliou Guinancio, que também externou que o sistema, em pleno funcionamento, contribuirá para manutenção da ordem pública e para esclarecimento de crimes.

A partir de agora as câmeras presentes na Praça Bom Jesus também passam a ser monitoradas pelo Centro de Segurança e Inteligência (CeSIR)

Carlos Guinancio lembra também que o CeSIR faz o monitoramento em tempo real de mais de 250 câmeras do circuito fechado de TV de prédios da Prefeitura, com a intenção de chegar até o fim de junho próximo com 100% dos prédios da rede municipal de ensino monitorada.

Além disso, o GASP está aperfeiçoando o sistema de vigilância através da Inteligência Artificial visando aumentar em muito a capacidade de monitoramento. A ideia é poder monitorar mais pontos com menos gente.

Vale informar que as viaturas do Tático Ostensivo de Rondonópolis (TOR), segundo o gestor, também vão ter a função de atuar contra o vandalismo e furto às câmeras do sistema, bem como na proteção aos bens públicos municipais diversos.

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Fonte: Prefeitura de Rondonópolis – MT

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Número de atividades dispensadas de alvarás ou licenças mais que dobra em Rondonópolis

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O novo decreto municipal, publicado nesta semana pelo prefeito Cláudio Ferreira, que regulamentou a classificação de risco das atividades econômicas em Rondonópolis, com base na Lei da Liberdade Econômica, vem facilitar o licenciamento e a liberação de funcionamento das empresas em âmbito local.

Conforme o decreto, o número de atividades econômicas classificadas de baixo risco (Risco I) passa de 216 para 504 em Rondonópolis. São atividades que poderão iniciar o funcionamento após o registro empresarial, o deferimento da viabilidade de localização e a realização do cadastro fiscal municipal, sem necessidade de obtenção prévia de alvarás ou licenças de funcionamento.

A secretária municipal de Fazenda, Rane Curto, avalia que a ampliação das atividades classificadas como de baixo risco, alinhada ao decreto municipal nº 13.463, de 03 de julho de 2026, representa um avanço importante para o ambiente de negócios em Rondonópolis.

“Ao reduzir a burocracia para atividades que apresentam baixo potencial de risco à saúde, ao meio ambiente e à segurança, o Município cria condições para que pequenos empreendedores iniciem ou ampliem seus negócios com mais rapidez e menor custo, sem abrir mão da responsabilidade e da fiscalização quando necessárias”, ressalta.

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As atividades classificadas como de baixo risco e dispensadas de atos públicos prévios de liberação não precisam obter posteriormente um alvará de funcionamento. A dispensa permanece válida enquanto forem mantidas as atividades, as características e as condições que fundamentaram o enquadramento como baixo risco.

Entretanto, Rane Curto observa que essa dispensa não significa ausência de fiscalização. A empresa continua obrigada a cumprir a legislação sanitária, ambiental, urbanística, tributária e de segurança aplicável; a permitir a fiscalização posterior pelos órgãos competentes; e devendo solicitar licenciamento ou alvará caso altere sua atividade para uma classificação de médio ou alto risco, ou deixe de atender aos requisitos legais.

Vale informar ainda que, com a lei nº 14.925, de 09 de julho de 2026, sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial desta terça-feira (14), as atividades classificadas como de médio risco (Risco II) passam a ter um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Nesse caso, o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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