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Cuiabá tem 2º maior avanço na alfabetização entre capitais e conquista Selo Prata do MEC

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Cuiabá alcançou o segundo melhor resultado entre as capitais brasileiras no avanço da alfabetização de crianças, de acordo com o Indicador Criança Alfabetizada, divulgado nessa quarta-feira (1º). O município registrou crescimento de 14 pontos percentuais, saindo de 47% em 2024 para 61% em 2025, ficando atrás apenas de Teresina (PI), que lidera o ranking nacional.

O desempenho coloca a capital mato-grossense à frente de capitais como Macapá (AP), Rio Branco (AC) e Salvador (BA), que também apresentaram avanços expressivos, mas com índices inferiores ao de Cuiabá. O resultado reforça a evolução consistente da rede municipal de ensino no processo de alfabetização na idade certa.

Além do destaque no ranking, Cuiabá também foi reconhecida nacionalmente com o Selo Prata na 2ª edição do Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização, concedido pela Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC). A certificação valoriza municípios que adotam políticas públicas eficazes voltadas à garantia da alfabetização de crianças.

O indicador considera o percentual de alunos alfabetizados ao final dos primeiros anos do ensino fundamental e é utilizado como referência para avaliar a qualidade da educação básica nos municípios brasileiros. Os dados divulgados permitem acompanhar a evolução dos resultados e orientar ações estratégicas na área educacional.

Com o avanço registrado e o reconhecimento nacional, Cuiabá consolida sua posição entre as capitais que mais evoluíram no país, evidenciando o impacto de investimentos e políticas públicas voltadas à melhoria da aprendizagem e ao fortalecimento da educação municipal.

O resultado também reflete as ações implementadas pela gestão do prefeito Abilio Brunini, que tem priorizado a educação básica como eixo estratégico da administração municipal.

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Segundo o diretor-geral de Redes da Secretaria Municipal de Educação, Paulo Pereira Epifânio, o avanço de Cuiabá nos indicadores de alfabetização está ligado à adesão a programas nacionais e ao reforço nas políticas educacionais após a pandemia, com foco na recomposição da aprendizagem e na alfabetização na idade certa.

“O compromisso é alfabetizar as crianças até os 8 anos, ainda no 2º ano do ensino fundamental. Depois da pandemia, houve um investimento maior na recomposição do aprendizado, com ações voltadas também para alunos do 3º ao 5º ano”, explicou.

Ele destacou ainda que a gestão municipal ampliou os investimentos na educação infantil e na estrutura pedagógica das escolas, com parcerias, materiais didáticos e incentivo à formação de professores.

“Cuiabá saiu de posições muito baixas no ranking e hoje aparece entre as capitais que mais avançaram, conquistando o Selo Prata. Isso mostra que, com investimento e atenção para educação infantil, se consegue melhorar a educação, não só do município, como do estado e, consequentemente, do país”, concluiu.

O índice é definido com base nas avaliações realizadas pelos estados dentro do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), voltadas ao desempenho de estudantes do 2º ano do ensino fundamental, segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela divulgação do levantamento.

Confira abaixo o ranking nacional:

Teresina (PI) 2024: 57 – 2025: 81 (24 p.p.)
Cuiabá (MT) 2024: 47 – 2025: 61 (14 p.p.)
Macapá (AP) 2024: 49 – 2025: 63 (14 p.p.)
Rio Branco (AC) 2024: 56 – 2025 – 69 (13 p.p.)

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Salvador (BA) 2024: 37 – 2025: 50 (13 p.p.)
Campo Grande (MS) 2024: 52 – 2025: 64 (12 p.p.)
Goiânia (GO) 2024: 69 – 2025: 80 (11 p.p.)
Porto Velho (RO) 2024: 51 – 2025: 62 (11 p.p.)
João Pessoa (PB) 2024: 56 – 2025: 66 (10 p.p.)
Aracaju (SE) 2024: 47 – 2025: 56 (9 p.p.)
Maceió (AL) 2024: 41 – 2025: 50 (9 p.p.)
Curitiba (PR) 2024: 66 – 2025: 74 (8 p.p.)
Manaus (AM) 2024: 50 – 2025: 58 (8 p.p.)
São Luís (MA) 2024: 57 – 2025: 64 (7 p.p.)
Vitória (ES) 2024: 73 – 2025: 79 (6 p.p.)
Belém (PA) 2024: 46 – 2025: 51 (5 p.p.)
São Paulo (SP) 2024: 48 – 2025: 53 (5 p.p.)
Rio de Janeiro (RJ) 2024: 64 – 2025: 68 (4 p.p.)
Recife (PE) 2024: 54 – 2025: 57 (3 p.p.)
Belo Horizonte (MG) 2024: 69 – 2025: 70 (1 p.p.)
Palmas (TO) 2024: 57 – 2025: 58 (1 p.p.)
Fortaleza (CE) 2024: 75 – 2025: 73 (-2 p.p.)
Boa Vista (RR) 2025: 62
Florianópolis (SC) 2025: 63
Natal (RN) 2025: 40
Porto Alegre (RS) 2025: 27

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Prefeitura estabelece decreto facilitando a liberação do funcionamento de empresas em Rondonópolis

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O Município de Rondonópolis segue ampliando as ações com foco na promoção da liberdade econômica. Com esse propósito, a gestão municipal implementou uma série de novas normas voltadas à livre iniciativa e ao livre exercício de atividade econômica em âmbito local, incluindo a publicação de um decreto que facilita o licenciamento e à liberação de funcionamento das empresas.

O decreto nº 13.463, de 03 de julho de 2026, publicado no Diário Oficial do Município desta segunda-feira, estabelece novos critérios técnicos para classificação das atividades econômicas em Rondonópolis. Para se ter uma ideia, antes da alteração, 216 atividades eram classificadas como de baixo risco (Risco I) e agora 504 atividades estão nessa classificação, dispensadas de quaisquer atos públicos para liberação de funcionamento.

Além disso, 359 atividades passam a ser classificadas como de médio risco (Risco II), tendo um aumento de prazo para resolverem a burocracia e obterem o licenciamento definitivo. Elas ficam sujeitas a procedimento simplificado mediante autodeclaração para funcionamento. Nesse caso, conforme projeto de lei do prefeito aprovado nesta quarta-feira (8), o prazo de vigência do Alvará de Localização e Funcionamento Provisório foi ampliado de 60 dias para 180 dias.

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Essas mudanças estão dentro da visão do prefeito Cláudio Ferreira em ter a cidade com mais liberdade econômica de Mato Grosso e vêm se adequar a lei municipal número 14.854, de 03 de junho de 2026, que instituiu normas voltadas à promoção da liberdade econômica, à simplificação dos procedimentos administrativos e à modernização do sistema municipal de licenciamento.

Conforme o prefeito Cláudio Ferreira, tudo isso faz parte da melhora do ambiente de negócios no município. “A gente não pode obrigar o empresário a investir aqui; ele só virá se for vantajoso para si. Contudo, a gente pode criar as condições favoráveis para os negócios, assim como temos feito agindo com transparência com o setor produtivo, não criando impostos, extinguindo taxas e diminuindo a burocracia”, afirmou.

Além disso, o prefeito enfatiza que a gestão está preparando Rondonópolis para receber mais investimentos privados, com uma série de projetos estratégicos em todos os setores para que a cidade seja realmente atrativa, como melhoria da educação para formação de mão de obra qualificada, avanço da saúde pública para dar suporte aos colaboradores das empresas e estruturando a cidade com grandes obras de infraestrutura e mobilidade, embelezamento urbano e lazer da população.

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