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Circuito Aprosoja inicia nesta segunda-feira (25.04) em Cláudia

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Circuito Aprosoja inicia nesta segunda-feira (25.04) em Cláudia

Em sua 16ª edição o evento contará com a presença do renomado comentarista político, Caio Coppolla

20/04/2022

Considerado um dos maiores e principais eventos da cadeia produtiva da soja do país o 16º Circuito Aprosoja contará com a presença do renomado comentarista político, Caio Coppolla, levando um debate com informações estratégicas e de qualidade para produtores e profissionais do agro. O encontro é promovido pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), e o primeiro município a receber o evento é Cláudia, na região Norte.

Durante o encontro, os projetos, programas e ações da Aprosoja-MT também vão ficar à disposição dos associados que necessitam conhecer mais detalhadamente. Também é possível fazer associação e atualização cadastral junto à entidade.

“Vamos percorrer 28 municípios e mais a Capital de Mato Grosso levando informações da entidade, e principalmente ouvindo as demandas dos nossos produtores críticas e sugestões, além dialogar com nossos associados as questões políticas no país, com o comentarista Caio Coppolla”, afirmou presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore.

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Depois de Cláudia, o Circuito Aprosoja segue para os municípios de Sinop, Vera, Sorriso, Ipiranga do Norte, Tapurah, Porto dos Gaúchos, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum Norte.

Após a Norte, o Circuito segue para as regiões Leste, Oeste e Sul. O encerramento será em Cuiabá no dia 06 de junho de 2022.

Confira a programação completa, e não perca esse grande evento na sua região.

CALENDÁRIO CIRCUITO APROSOJA 2022

Data                        Cidade Horário

REGIÃO NORTE

25/abr SEG Cláudia  8h30
25/abr SEG Sinop 18h30
26/abr TER Vera 8h30
26/abr TER Sorriso 18h30
27/abr QUA Ipiranga do Norte 8h30
27/abr QUA Tapurah 18h30
28/abr QUI Porto dos Gaúchos 8h30
28/abr QUI Lucas do Rio Verde 18h30
29/abr SEX Nova Mutum 18h30

REGIÃO LESTE

02/mai SEG Paranatinga 8h30
02/mai SEG Gaúcha do Norte 18h30
03/mai TER Canarana 18h30
04/mai QUA Querência  18h30
05/mai QUI Porto Alegre do Norte 8h30
05/mai QUI Água Boa  18h30
06/mai SEX Nova Xavantina 18h30
 
REGIÃO OESTE 
16/mai SEG Comodoro 18h30
17/mai TER Sapezal 18h30
18/mai QUA Campo Novo do Parecis  18h30
19/mai QUI Nova Maringá 8h30
19/mai QUI Diamantino 18h30
20/mai SEX Tangará da Serra 18h30

REGIÃO SUL

23/mai SEG Alto Taquari 18h30
24/mai TER Alto Garças  8h30
24/mai TER Rondonópolis  18h30
25/mai QUA Jaciara 18h30
26/mai QUI Primavera do Leste  18h30
27/mai SEX Campo Verde 18h30
 
 ENCERRAMENTO 
06/jun SEG Cuiabá 19h
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Fonte: Rosangela Milles

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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Usina transforma dejetos suínos em combustível e abre nova frente de renda no campo

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A geração de energia a partir de resíduos da produção animal começou a ganhar escala no Brasil com a entrada em operação da primeira usina de biometano da América Latina certificada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para uso de dejetos suínos. A planta está localizada em Campos Novos (350 km da capital, Florianópolis), no Meio-Oeste de Santa Catarina, uma das principais regiões produtoras de proteína animal do país.

O projeto recebeu cerca de R$ 65 milhões em investimentos e tem capacidade de produzir até 16 mil metros cúbicos de biometano por dia, combustível renovável que pode substituir o gás natural em aplicações industriais e veiculares. A iniciativa conecta geração de energia, tratamento de resíduos e renda adicional para produtores integrados à cadeia da suinocultura.

O Brasil abriga um dos maiores rebanhos suínos do mundo, com produção anual superior a 5 milhões de toneladas de carne, concentrada principalmente na região Sul. Esse volume gera uma quantidade significativa de resíduos, que historicamente representam passivo ambiental e custo de manejo. A conversão desses dejetos em biogás e, posteriormente, em biometano, muda essa lógica ao transformar resíduo em ativo econômico.

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A usina opera com biodigestores do tipo CSTR, tecnologia que permite a decomposição controlada da matéria orgânica e a geração de biogás. Esse gás é então purificado por membranas até atingir pureza superior a 96%, padrão exigido para comercialização como biometano. A certificação da ANP garante rastreabilidade e viabiliza a inserção do produto no mercado formal de energia.

Além do combustível, o projeto gera subprodutos com valor comercial, como CO₂ de grau alimentício e biofertilizantes, ampliando o conceito de economia circular dentro da propriedade rural. Outro componente relevante é a emissão de créditos de descarbonização (CBios), que cria uma fonte adicional de receita atrelada à redução de emissões.

A iniciativa ocorre em um momento de expansão do mercado de biogás no país. O Brasil já conta com mais de 900 plantas em operação, segundo dados da Associação Brasileira do Biogás (ABiogás), mas a maior parte ainda voltada à geração elétrica. O biometano, por sua vez, representa uma etapa mais avançada da cadeia, com maior valor agregado e potencial de substituição de combustíveis fósseis.

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Em Santa Catarina, a forte presença da suinocultura cria condições favoráveis para esse tipo de projeto. O estado é um dos principais produtores de suínos do país e concentra uma cadeia integrada, com cooperativas e agroindústrias estruturadas, o que facilita a coleta de resíduos e a viabilização econômica das usinas.

A expansão já está no radar. A empresa responsável projeta investimentos superiores a R$ 500 milhões no estado nos próximos anos, com novos projetos de biometano voltados ao aproveitamento de resíduos agropecuários.

Para o produtor rural, o modelo abre uma nova frente de receita e reduz custos ambientais. Ao integrar produção animal, geração de energia e fertilização do solo, o sistema cria um ciclo mais eficiente e sustentável, com impacto direto na rentabilidade da atividade.

O avanço do biometano indica uma tendência mais ampla no agronegócio brasileiro: a incorporação de energia à lógica produtiva. Assim como ocorreu com o etanol e o biodiesel, a geração de combustível a partir de resíduos deve ganhar espaço e se consolidar como mais um eixo de diversificação dentro da porteira.

Fonte: Pensar Agro

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