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FARMOU AURA

Pivetta diz que consultou o ChatGPT e não vê problema em campeonato de “farmar aura”

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O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) afirmou nesta sexta-feira (24) que não vê problemas na realização do campeonato de “farmar aura”, proibido pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), no Parque das Águas. Antes de comentar o assunto, Pivetta disse que consultou o ChatGPT para entender o significado da expressão.

Segundo o governador, após saber que o evento reúne jovens em apresentações de dança, poses e performances, questionou se havia conteúdo obsceno. Ao ser informado de que não, avaliou que a atividade pode representar uma forma saudável de entretenimento.

“Se é uma expressão cultural que pode gerar entretenimento e envolvimento saudável da juventude, não vejo por que não permitir isso”, afirmou.

Pivetta também disse que pretende conversar com Abilio para entender os motivos da proibição. O prefeito justificou o veto alegando que os organizadores não solicitaram autorização para utilizar o espaço público.

Em tom descontraído, o governador ainda comentou um vídeo em que o ex-governador Mauro Mendes aparece “farmando aura”. Questionado se faria o mesmo, respondeu que prefere dedicar suas energias ao trabalho. “Eu não tenho muito desempenho. Guardo minhas energias para o trabalho”, brincou.

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MATO GROSSO

TCE vai propor mudança na Lei de Licitações para acelerar retomada de obras paralisadas

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Foto: Alair Ribeiro/TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, anunciou que vai encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para alterar a Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021), com o objetivo de facilitar a retomada de obras paralisadas.

A principal mudança prevê que empresas locais possam ser contratadas para concluir obras interrompidas, mesmo sem terem participado da licitação original, desde que atendam aos critérios previstos no edital.

Segundo o TCE, Mato Grosso possui 2.705 obras municipais paralisadas, que somam cerca de R$ 3,6 bilhões em investimentos. Destas, 1.705 estão interrompidas há mais de 90 dias, com maior concentração em Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis.

Sérgio Ricardo também informou que as obras paralisadas passarão a integrar a análise das prestações de contas das prefeituras. Os gestores deverão informar o motivo da paralisação, os valores investidos e a empresa responsável pela execução.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). A proposta será apresentada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

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