ECONOMIA
“melhores práticas” recomendam não reagir a choques de oferta
ECONOMIA
A piora no cenário para a inflação não impediu o Banco Central (BC) de manter o ciclo de redução dos juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) justificou o corte na taxa básica de juros, a Selic, sob a perspectiva de que as “melhores práticas” de política monetária recomendam não reagir integralmente a variações de preços geradas por choques de oferta, que são eventos inesperados .
A decisão consta na ata da última reunião , divulgada nesta terça-feira (23). No encontro, na semana passada, o colegiado cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, passando de 14,5% ao ano para 14,25% ao ano – o terceiro corte consecutivo desde março. De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.
De acordo com o documento, essas flutuações de preços envolvem incertezas relevantes, em especial, as pressões do conflito armado no Oriente Médio sobre os preços globais de petróleo e combustíveis, bem como os impactos climáticos ainda em projeção do fenômeno El Niño .
“No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo”, diz a ata.
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Inflação oficial
Em maio, o preço dos alimentos pressionou a inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou em 0,58%.
O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,72%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já fora da meta de inflação, que pode variar de 1,5% a 4,5%.
Na ata, a autoridade monetária pontuou que o atual cenário inflacionário de curto prazo é desafiador e tem sido pressionado por leituras mais altas do IPCA corrente.
Contudo, o BC enfatizou que a adoção de trajetórias de Selic menos discrepantes em relação às previstas pelos analistas de mercado é mais adequada por evitar a indução de volatilidade excessiva nos preços dos ativos financeiros e nos agregados macroeconômicos.
A previsão do mercado financeiro para o IPCA está em 5,33% este ano e 4,15% em 2027.
Durante o encontro, o Copom debateu simulações que contemplavam diferentes combinações de momentos de pausa e retomada do ciclo de juros. Nessas projeções, trajetórias alternativas mostraram menor flutuação de produto e revelaram-se compatíveis com uma suavização macroeconômica, garantindo a convergência da inflação para o centro da meta no primeiro trimestre de 2028, que passou a ser o horizonte relevante oficial do BC.
Apesar da flexibilização gradual, a ata reafirma uma postura de firme cautela. Diante da resiliência da atividade econômica doméstica, que continua surpreendendo positivamente e dificultando a desaceleração da inflação de serviços, os diretores indicaram que os passos futuros da taxa de juros serão ajustados a depender dos novos dados econômicos.
“No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a assegurar a convergência da inflação à meta”, diz o BC.
ECONOMIA
BuyCo passa a operar em novo escritório em BH
A BuyCo anunciou a mudança de sua sede para um novo escritório em Belo Horizonte. A empresa, que atua nas áreas de valuation, fusões e aquisições (M&A) e estruturação de crédito estruturado, passa a operar em um novo espaço localizado na Avenida Raja Gabaglia.
Segundo a companhia, a mudança tem como objetivo reunir as equipes das diferentes áreas em uma mesma estrutura operacional. Atualmente, a empresa conta com mais de 70 profissionais atuando nas áreas de assessoria financeira, M&A e captação de crédito estruturado.
A empresa iniciou suas operações em uma sala comercial no centro de Belo Horizonte e agora passa a atuar em uma nova sede voltada à integração dos times e centralização das operações.
De acordo com Rafaela Rossi, CBO da BuyCo, a mudança acompanha um novo momento da empresa.
“Essa nova sede representa um movimento de consolidação operacional e avanço na estrutura operacional da empresa, acompanhando a evolução da BuyCo e das demandas do mercado”, afirma.
A BuyCo atua na assessoria para compra e venda de empresas, avaliação de negócios e estruturação de operações financeiras. A empresa atende principalmente pequenas e médias empresas (PMEs) de diferentes setores, apoiando empresários em processos de crescimento, reorganização societária, captação de recursos, sucessão empresarial e preparação para investimentos.
Além da atuação em M&A, a companhia desenvolve trabalhos de valuation empresarial e estruturação de operações de crédito para empresas que buscam alternativas de financiamento, reorganização financeira ou captação de recursos.
Para saber mais, basta acessar: https://buyco.com.br.
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