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Polícia Civil esclarece homicídio, identifica envolvidos e prende suspeitos em Jaciara

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A Polícia Civil deflagrou a Operação Alvo Errado, que resultou no esclarecimento do homicídio de um jovem, de 18 anos, na identificação de seis envolvidos e na prisão de suspeitos ligados ao crime, em Jaciara.

As investigações tiveram início após o registro do desaparecimento da vítima, ocorrido no dia 15 de junho. Durante as diligências, os policiais civis realizaram oitivas, levantamentos de inteligência, análise de imagens e coleta de provas que permitiram esclarecer a dinâmica do crime e identificar os envolvidos.

No sábado (20.6), após a localização do corpo em uma área de mata na zona rural do município, a Polícia Civil deflagrou a operação para cumprimento de diligências investigativas. A ação contou com apoio de operadores da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core).

As apurações apontaram que a vítima foi confundida pelos autores com um integrante de facção criminosa rival. Em razão do equívoco, teria sido privada de liberdade, submetida a agressões e, posteriormente, assassinada.

Até o momento, seis pessoas foram identificadas, entre adultos e adolescentes. Três homens, de 34, 21 e 18 anos, foram presos em flagrante pelo crime de ocultação de cadáver. Uma adolescente de 15 anos também foi apreendida.

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As investigações apontam indícios dos crimes de homicídio, sequestro, tortura e ocultação de cadáver, com participação dos envolvidos em diferentes etapas da ação criminosa.

A Polícia Civil prossegue com as investigações para individualização das condutas, responsabilização de todos os envolvidos e conclusão do inquérito policial.



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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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