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Força Tática prende mulher com 11 quilos de drogas em Rondonópolis

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional prenderam uma mulher, de 18 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta sexta-feira (19.6), em Rondonópolis. A suspeita foi detida em flagrante transportando 11 quilos de substâncias análogas a maconha e skank, que seriam levadas para outra cidade do Estado.

As equipes policiais faziam patrulhamento no bairro Parque Sagrada Família e visualizaram um veículo Polo branco com um motorista e uma passageira no banco de trás. A passageira apresentou comportamento suspeito ao ver as viaturas militares e tentou se esconder dentro do veículo, motivando a abordagem da Força Tática.

O condutor do carro afirmou ser motorista de aplicativo e que estava realizando uma viagem com a passageira. Já a mulher estava com uma mala de mão e demonstrou nervosismo durante a presença da PM.

Na verificação da mala, os policiais encontraram tabletes em meio a roupas, totalizando sete quilos de maconha e quatro quilos de skank (supermaconha). Questionada pelos policiais, ela afirmou que teria sido contratada por criminosos para transportar a droga até a cidade de Confresa, mas não soube identificar quem seriam os responsáveis pelo entorpecente.

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Diante da situação, o motorista por aplicativo foi liberado e a suspeita recebeu voz de prisão e foi conduzida até a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.



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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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