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Força Tática apreende R$ 9,1 mil em dinheiro e arma de fogo com suspeito de tráfico de drogas

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A Força Tática do 4º Comando Regional prendeu um homem, de 41 anos, por tráfico de drogas e porte ilegal de arma, na noite desta quinta-feira (18.6), em Rondonópolis. O suspeito foi preso com uma arma de fogo, munições e mais de R$ 9,1 mil em dinheiro.

As equipes policiais faziam patrulhamento pela Operação Tolerância Zero e se deslocaram até o bairro Alfredo de Castro, após receberem denúncias sobre intensa movimentação de usuários de drogas em uma rua. Nas diligências, os militares chegaram ao endereço e flagraram o suspeito tentando fugir para o interior de uma casa, ao ver a viatura da PM.

O homem foi abordado e revistado pela PM, que localizou uma porção de maconha e a quantia de R$ 9.111,00 em dinheiro. Questionado sobre o valor encontrado, o suspeito não se pronunciou.

Na continuidade da abordagem, o homem revelou que teria uma arma guardada na residência, onde estava entrando. Os policiais seguiram ao local e encontraram um revólver de calibre 32 e munições.

Diante do flagrante, ele foi conduzido para a delegacia de Rondonópolis e entregue à Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais procedimentos.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.



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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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