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Polícia Civil cumpre mandados e prende investigada por tortura e organização criminosa em Juara

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A Polícia Civil deflagrou, na última quarta-feira (11.06), a Operação Contra Imperium, para cumprimento de ordens judiciais relacionadas à investigação dos crimes de tortura e de aderir ou apoiar, de qualquer forma, uma facção criminosa ultraviolenta, praticados em Juara.

A ação resultou no cumprimento de dois mandados de busca e apreensão domiciliar e um mandado de prisão preventiva expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Juína, após representação da Polícia Civil e manifestação favorável do Ministério Público.

Durante a operação, os policiais da Delegacia de Juína prenderam uma mulher, de 51 anos, apontada como participante dos crimes investigados. Também cumpriram buscas em endereços vinculados aos suspeitos e apreenderam aparelhos celulares e outros elementos de interesse para a investigação.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Juara, apontam que a vítima, de 50 anos, foi submetida a agressões e mantida sob domínio de integrantes de facção criminosa, no dia 10 de abril deste ano.

As apurações indicam que as ações ocorreram por determinação de membros de uma facção criminosa, circunstância que motivou a representação pelas medidas cautelares.

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Após o cumprimento dos mandados, a investigada foi submetida a exame de corpo de delito e permaneceu à disposição do Poder Judiciário.

As investigações continuam para identificar outros envolvidos e concluir a apuração dos fatos.



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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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