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Boom do e-commerce aquece demanda por galpões

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O crescimento do comércio eletrônico no Brasil transformou a estratégia das grandes empresas do varejo e tecnologia: se antes a disputa de mercado ocorria nos pontos de venda físicos, hoje o foco é totalmente no digital. E essa mudança no comportamento do consumidor brasileiro explica a busca pelos chamados galpões urbanos, que são galpões logísticos estrategicamente localizados, mais perto das principais avenidas da capital e mais perto dos clientes finais. Neste cenário, a GoodStorage pretende investir cerca de R$ 1 bilhão para dobrar sua área bruta locável nos próximos anos, com investimentos alocados entre prédios de self storage e condomínios de galpões logísticos urbanos.

O hábito da compra digital, que foi uma alternativa impulsionada pela pandemia do covid-19, transformou-se em um canal definitivo de consumo. Segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o e-commerce brasileiro deve faturar cerca de R$ 259,8 bilhões em 2026, crescimento próximo de 10% em relação a 2025, mantendo o setor em forte expansão.

E esse novo perfil de demanda impactou diretamente o setor logístico: grandes empresas como Mercado Livre, Shopee e Amazon não buscam mais apenas grandes centros de estocagem isolados no interior, e sim, unidades bem localizadas que atendam a essa crescente demanda, oferecendo redução de tempo no deslocamento e, em consequência, menos custos de frete e entrega mais rápida para o cliente final.

“Isso só reforça o conceito estratégico da GoodStorage em estar posicionada o mais próximo possível do consumidor. A meta do varejo moderno é clara, que é a de entregar o produto no mesmo dia (same-day delivery) ou no menor tempo possível. E é dentro desse contexto que atendemos com excelência, com quase 500 mil m² de área locável”, esclarece Thiago Cordeiro, fundador e CEO da companhia.

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Novo ciclo de expansão

Garantir eficiência operacional, redução de prazos e maior proximidade com o consumidor final. Não à toa que a localização dos galpões passou a ser um diferencial estratégico, permitindo operações mais ágeis, menor custo logístico e melhoria na experiência de compra. A GoodStorage atualmente conta com um portfólio de 72 ativos, com atuação majoritariamente em São Paulo, mas também presente em outras grandes capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.

A frente de condomínios de galpões logísticos urbanos, que atualmente conta com nove ativos, vai receber a maior parte do investimento da empresa nos próximos anos, dentro dessa nova fase de expansão da GoodStorage. A tendência acompanha o avanço do modelo de entregas expressas e o fortalecimento do conceito de “last mile”, etapa considerada uma das mais importantes da cadeia logística.

Segundo Cordeiro, o portfólio de galpões logísticos é uma das frentes prioritárias de atuação e, dentro do investimento, também está contemplada a ampliação dos espaços voltados às pessoas físicas e pequenas ou médias empresas, o self storage, que segue crescendo no Brasil e reforçando seu papel como solução estratégica para o cotidiano urbano e para as novas tendências do mercado imobiliário.

Com foco em inovação, flexibilidade operacional e localização estratégica, a GoodStorage oferece empreendimentos preparados para atender às necessidades atuais do mercado logístico e do varejo digital, de lockers de 1 metro quadrado para pessoas físicas, nos self storages, até módulos logísticos de 20 mil metros quadrados, nos condomínios logísticos.

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A proximidade com grandes centros urbanos, facilidade de acesso às principais vias, infraestrutura moderna e projetos pensados para otimizar operações de armazenagem e distribuição. Além disso, os ativos da GoodStorage contam com a segurança que todas as empresas e pessoas buscam atualmente, com estruturas de monitoramento contínuo e sistemas digitais integrados para elevar a segurança e a eficiência operacional. A companhia investe no desenvolvimento de hubs urbanos capazes de operar com fluxo permanente de mercadorias, alinhados ao conceito de mobilidade logística 24 horas por dia.

Um dos grandes motivos que reforçam a necessidade de investimentos e expansão da GoodStorage na frente de galpões logísticos urbanos é o fato de a empresa ter atingido 100% de ocupação em seus condomínios. A tese da proximidade e da infraestrutura de ponta para uma boa operação logística se provou com excelência para a empresa, que segue em busca de novos espaços para que esse crescimento siga acontecendo.

Sobre a GoodStorage

Fundada em 2013 por Thiago Cordeiro, a empresa se propõe a revolucionar o mercado de armazenagem urbana em São Paulo, sendo atualmente a principal operadora do segmento no país. Atendendo pessoas físicas ou empresas e indústrias de diversos segmentos, com capilaridade, escala e flexibilidade, opera mais de 70 ativos, entre unidades de self storage e galpões urbanos. Com investimento da Evergreen Investment Advisors, gestora de fundos com aproximadamente US$ 6 bilhões sob gestão ao redor do globo, a GoodStorage atua principalmente na cidade de São Paulo, em soluções de armazenagem urbana distribuídas em 500 mil m².



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Reprovação de 80% na OAB desafia bacharéis em Direito

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Etapa obrigatória para quem se formou em Direito e quer advogar, o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tem um índice de reprovação próximo a 80%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgados pelo Metrópoles. A dificuldade de aprovação pode acabar frustrando muitos profissionais que acabaram de terminar a faculdade.

Priscila Pinheiro, advogada e CEO do Grupo Adali, ecossistema de soluções como o Correspondente Dinâmico, explica que muitos estudantes de Direito concluem o curso esperando ingressar rapidamente no mercado, mas encontram uma nova barreira para atuar plenamente na advocacia.

Isso gera impactos emocionais, financeiros e também profissionais, principalmente porque muitos acabam se afastando da prática jurídica justamente no momento em que mais precisariam desenvolver experiência.

“Uma das principais dificuldades é a sensação de estagnação profissional. Muitos bacharéis encontram barreiras para conquistar oportunidades compatíveis com sua formação e enfrentam dificuldade para adquirir experiência prática. Também existe insegurança financeira e uma pressão muito grande em torno da aprovação no exame”, afirma ela.

Outro ponto que pesa é o fato de ser um mercado bastante concorrido: o Brasil é o país com mais advogados proporcionalmente no mundo. Há um profissional a cada 164 brasileiros, conforme reconhecido pela própria OAB.

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Sem vivência prática constante, muitos profissionais acabam tendo dificuldade para se desenvolver tecnicamente na área e concorrer com advogados mais experientes, pontua Pinheiro. A CEO destaca que a correspondência jurídica é vista como uma alternativa a quem não quer se manter fora do mercado enquanto se prepara para tentar novamente o exame da OAB.

“A correspondência jurídica consiste na realização de atividades práticas ligadas à rotina forense, como protocolos, cópias processuais, diligências em fóruns e cartórios, acompanhamento processual e apoio operacional a escritórios e departamentos jurídicos”, explica Pinheiro.

Na prática, estudantes e bacharéis conseguem atuar diretamente no ambiente jurídico, adquirindo experiência e criando contato com profissionais da área mesmo antes da aprovação na OAB, tudo isso de forma legal.

“Mais do que gerar renda, a correspondência proporciona compreensão prática do funcionamento do Judiciário; networking com escritórios e advogados; desenvolvimento profissional acelerado; experiência prática valorizada pelo mercado”, detalha Pinheiro.

Nesse contexto, foram surgindo empresas e soluções voltadas à correspondência jurídica. Um exemplo é o Correspondente Dinâmico. Segundo Gian Nunes, cofundador do Grupo Adali e especialista em tecnologia, a plataforma funciona como uma ponte entre profissionais e contratantes em todo o Brasil.

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“O Correspondente Dinâmico permite que estudantes, bacharéis e correspondentes encontrem demandas compatíveis com sua região e perfil de atuação, ampliando o acesso a oportunidades no mercado jurídico. Atualmente, a plataforma conecta profissionais a mais de 40 mil contratantes”, afirma Nunes.

O especialista ressalta que a tendência é que a tecnologia tenha um papel cada vez mais importante na democratização do acesso ao mercado jurídico. Isso porque plataformas digitais reduzem barreiras geográficas, aproximam profissionais de oportunidades reais e permitem que estudantes e bacharéis iniciem sua vivência prática mais cedo.

“É algo que muda a forma como muitos profissionais constroem carreira, porque o desenvolvimento deixa de depender exclusivamente de estruturas tradicionais e passa a contar também com ambientes digitais que conectam demanda, experiência e networking profissional”, avalia Nunes.

Para saber mais, basta acessar: https://correspondentedinamico.com.br/



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