ECONOMIA
Limpeza em farmácias exige escovas técnicas
ECONOMIA
O varejo farmacêutico brasileiro atingiu R$ 243,33 bilhões em faturamento no acumulado até novembro de 2025, com crescimento de 10,81% na comparação anual, segundo dados da IQVIA. A expansão do setor, impulsionada por genéricos, similares e diversificação de serviços, traz consigo a necessidade de estruturas físicas adequadas e rotinas rigorosas de limpeza nos estabelecimentos.
A RDC nº 44/2009 e a RDC nº 67/2007, ambas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), estabelecem as Boas Práticas Farmacêuticas e de Manipulação aplicáveis a farmácias e drogarias, determinando que equipamentos e utensílios sejam mantidos em condições adequadas de higiene.
Nesse contexto, as escovas para farmácias integram os recursos técnicos utilizados na limpeza de recipientes, tubulações, vidrarias e superfícies internas de difícil acesso, características presentes nos ambientes de manipulação magistral e dispensação.
Os modelos desenvolvidos para uso farmacêutico são fabricados com cerdas de nylon atóxico e hastes resistentes a agentes químicos de limpeza, materiais compatíveis com os protocolos de desinfecção aplicados no setor. A variedade de formatos atende a diferentes tipos de recipientes e equipamentos, desde frascos de manipulação até utensílios de laboratório interno.
Para Jefferson Weinberger, diretor comercial da Weinberger, “instrumentos de limpeza adequados ao formato e ao material de cada equipamento são indispensáveis para garantir a eficácia da higienização, uma etapa diretamente vinculada à qualidade e à segurança dos produtos dispensados”. Com o varejo farmacêutico projetando novo ciclo de crescimento em 2026 e a fiscalização sanitária em ampliação, a conformidade das ferramentas de higienização tende a ocupar posição mais central nas rotinas de gestão dos estabelecimentos do setor.
ECONOMIA
Marcas chinesas avançam e já respondem por 44% das vendas de carros premium no Brasil
As montadoras chinesas conquistaram 44% dos emplacamentos de veículos premium no Brasil em junho, impulsionadas pelo desempenho da Denza, marca da BYD. Em apenas sete meses de atuação no país, o SUV híbrido B5 tornou-se o modelo mais vendido do segmento, com 566 unidades comercializadas, superando concorrentes tradicionais da BMW, Volvo, Mercedes-Benz e Audi.
Apesar de a BMW ainda liderar o acumulado do ano, o avanço da Denza evidencia a crescente competitividade das fabricantes chinesas, que têm atraído consumidores ao oferecer veículos eletrificados com mais tecnologia embarcada e preços mais competitivos.
O cenário acompanha a expansão do mercado de eletrificados no país. Nos primeiros 15 dias de julho, esses veículos representaram 23,6% dos automóveis emplacados no Brasil, com mais de 25 mil unidades vendidas. No acumulado de 2026, o segmento registra crescimento de 120%, consolidando a BYD como uma das protagonistas da transição para a mobilidade elétrica.
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