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PM apreende 70 porções de entorpecentes e prende dupla por tráfico em Nova Mutum

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Policiais militares do 14º Comando Regional prenderam, nesta quinta-feira (11.6), dois homens suspeitos de tráfico ilícito de drogas, no município de Nova Mutum. Com a dupla, foram apreendidas 70 porções de entorpecentes, entre cocaína, maconha e pasta base, além de materiais utilizados para a comercialização das drogas.

Durante patrulhamento ostensivo pela cidade, a equipe policial identificou dois homens em atitude suspeita. Um dos suspeitos carregava uma mochila preta e, ao perceberem a aproximação da viatura, os dois suspeitos demonstraram nervosismo e passaram a caminhar rapidamente, olhando constantemente para os militares.

Em seguida, os suspeitos tentaram se deslocar para os fundos de uma quitinete localizada na via, na tentativa de evitar a visualização da equipe policial. Diante da atitude suspeita, os militares realizaram a abordagem e iniciaram buscas no local.

Na mochila que estava com um dos homens, foram encontrados 63 invólucros contendo substância análoga à cocaína, já fracionados e embalados de forma compatível com a venda ilegal.

Durante a entrevista, os próprios suspeitos informaram que havia mais entorpecentes no imóvel onde residiam. Com autorização dos moradores e diante da situação de flagrante, os policiais realizaram buscas na residência e localizaram mais duas porções de substância análoga à maconha e cinco porções de pasta base de cocaína, também preparadas para comercialização.

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Diante dos fatos, os dois suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados à delegacia de Polícia Judiciária Civil, juntamente com todo o material apreendido, para as demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.



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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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