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Hotelaria investe em experiências e ambientes infantis

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Para muitas famílias, as férias escolares de julho são uma oportunidade para viajar com os filhos. Em 2025, o mês trouxe um faturamento de quase R$ 20 bilhões para o turismo, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) divulgado pelo site especializado Panrotas.

Entre os negócios que esperam maior demanda em julho, estão os hotéis. Pietro Coelho, sócio-diretor dos Hotéis Ritz Brasil, explica que as famílias estão cada vez mais focadas em conveniência e experiência: não basta um bom quarto, elas querem estrutura completa.

“Isso inclui recreação infantil, segurança, alimentação adaptada, espaços amplos, piscinas adequadas para crianças e atividades para diferentes idades. Outro ponto forte é a praticidade, como fácil acesso, boa localização e serviços que simplifiquem a rotina dos pais. No fundo, a decisão passa por um equilíbrio entre diversão para os filhos e descanso para os adultos,” diz Coelho.

O executivo usa como exemplo o Ritz Lagoa da Anta Hotel & SPA, em Maceió (AL). A unidade, segundo Coelho, tem se posicionado como uma opção voltada ao público familiar. Para isso, investiu em estrutura de lazer completa com kids club, espaços esportivos, recreação, mini golf e áreas dedicadas para crianças e adolescentes.

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O hotel aposta em ambientes amplos e em uma operação preparada para atender famílias. A ideia é proporcionar uma experiência que vá além da hospedagem tradicional e se aproxime de um resort, oferecendo também programação infantil monitorada.

Entre as atrações, estão aulas de beach tennis, caça ao tesouro, gincanas recreativas, mini olimpíadas, desafios esportivos, torneios recreativos, recreação na piscina, oficinas criativas, brincadeiras temáticas, jogos interativos, desafios em equipe, sessões de cinema infantil e atividades voltadas para integração e socialização.

Recentemente, o Ritz Lagoa da Anta Hotel & SPA lançou o Clubinho da Anta, em que crianças de até seis anos podem participar de experiências educativas, como as oficinas de chocolate e as divertidas oficinas de pizza. O objetivo é incentivar o público infantil a interagir em um ambiente seguro e cheio de estímulos.

“Com uma programação estruturada e monitorada por profissionais, as crianças ficam entretidas. Isso permite que os pais tenham momentos reais de descanso, podendo aproveitar piscina, spa, gastronomia ou simplesmente relaxar. Esse é um dos pontos mais valorizados atualmente,” ressalta Coelho.

O sócio-diretor dos Hotéis Ritz Brasil afirma que determinados cuidados são essenciais para um hotel ser percebido pelo hóspede como seguro e acolhedor. Ele cita a presença de uma equipe treinada para lidar com crianças, monitoramento nas áreas de lazer, higiene rigorosa, alimentação adequada, infraestrutura segura e acessível, além de atendimento atencioso.

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Para Coelho, investir no acolhimento, entender as necessidades das famílias e se antecipar às demandas são ações que fazem a diferença, principalmente em um contexto no qual Maceió — onde está o Ritz Lagoa da Anta Hotel & SPA — vem atraindo mais turistas. Considerando apenas os visitantes estrangeiros, a alta foi de 75% entre janeiro e março, segundo dados levantados pela Civitatis e repercutidos pelo Panrotas.

“Diria que há uma tendência de experiências cada vez mais personalizadas. Cresce a busca por hotéis que ofereçam programação integrada, atividades educativas, esportivas e de convivência. Também ganha força o conceito de viagens multigeracionais, com estrutura para crianças, pais e avós ao mesmo tempo,” avalia Coelho.

“Além disso, hotéis que combinam lazer de resort com localização estratégica tendem a se destacar cada vez mais. Se a hospedagem fica no espaço urbano, com fácil acesso a praias, passeios e à cidade, a experiência fica mais dinâmica, flexível e prática, sem a sensação de isolamento comum em resorts mais afastados,” conclui o executivo.

Para saber mais, basta acessar: https://www.hoteisritzalagoas.com.br/lagoa/inicial



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OIT aprova acordo por condições decentes a trabalhadores de apps

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Os estados-membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovaram, nesta sexta-feira (12), um inédito acordo para promover o trabalho decente nas plataformas digitais.

A nova Convenção Internacional Sobre o Trabalho Decente na Economia de Plataformas é uma tentativa da OIT de estabelecer um primeiro conjunto de regras mínimas globais para proteger prestadores de serviço contratados por meio de aplicativos digitais que conectam clientes a profissionais autônomos.

O texto aprovado define o conceito de plataformas digitais de trabalho, bem como o de trabalhadores destes aplicativos. Estabelece diretrizes para garantir os direitos dos trabalhadores, aplicáveis a todas as empresas que operem nos países que ratificarem a adesão à convenção, além de admitir que, embora gere oportunidades de emprego e renda, a modalidade de trabalho também produz desafios socioeconômicos que precisam ser enfrentados em nível mundial.

Os signatários do acordo deverão respeitar e promover, entre o segmento, as liberdades de associação e sindical e o direito à negociação coletiva e às condições de trabalho seguro e saudável, buscando prevenir acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Também devem possibilitar que todo profissional receba ao menos o equivalente a um salário mínimo local, sem levar em conta eventuais gorjetas ou comissões.

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Os estados-membros que ratificarem o acordo também se comprometem a adotar as ações necessárias para eliminar, da Economia de Plataformas, as formas de trabalho infantil, degradante e análogo à escravidão e toda forma de discriminação ocupacional. E a promover mecanismos para contestação de decisões e a estabelecer a obrigatoriedade de os trabalhadores serem de alguma forma compensados por eventuais gastos relacionados à prestação do serviço ofertado.

“Este é um momento histórico”, informou a OIT, ao se referir ao texto aprovado esta manhã, pouco antes do encerramento da Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, na Suíça.

“Esta primeira norma internacional do trabalho sobre a economia de plataformas representa um passo importante para abordar um segmento do mundo do trabalho em rápida evolução”, acrescentou a organização.

O texto aprovado destaca que, diante das especificidades da prestação de serviços intermediada por plataformas digitais, “é desejável a adoção de normas específicas que, com outras normas internacionais, contribuam para tornar realidade o trabalho decente” no segmento.



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