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Polícia Militar registra aumento nas prisões em flagrante e por tráfico de drogas em 2026

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A Polícia Militar de Mato Grosso aumentou o número de prisões de suspeitos em todo o Estado no ano de 2026, em comparação ao ano passado. De janeiro a maio deste ano, as forças militares aumentaram em 14,5% o total de prisões em flagrante. Um dos crimes com mais prisões realizadas foi o de tráfico de drogas, com aumento de 32,3%, se comparados com 2025.

Os dados foram informados pela Superintendência de Planejamento Operacional e Estatística (Spoe-MT). Neste ano, 16.874 pessoas foram conduzidas durante atendimento de ocorrências para averiguações. Deste número, 5.199 foram convertidas em prisões em flagrante, um aumento de 14,5% em relação ao ano passado, quando 4.539 haviam sido presas no período.

No crime de tráfico de drogas, as prisões subiram 32,3% neste ano, saltando de 1.541 (em 2025) para 2.038 (em 2026). Somente neste ano, a Polícia Militar apreendeu mais de 6,5 toneladas de entorpecentes em todo o Estado.

As prisões de criminosos foragidos da Justiça e com mandados de prisão em aberto somam 1.497 nos primeiros cinco meses de 2026, significando também um aumento de 11,5% do que o número registrado em 2025, que era de 1.343.

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O comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, avalia positivamente que a elevação do número de prisões tem relação com o maior número de operações da PM e também com operações integradas com outras forças de segurança, colocando mais policiais e estrutura de segurança nas ruas.

“Isso significa que a Polícia Militar está cada vez mais com presença forte nas ruas, atendendo a todos os tipos de chamados de ocorrência e denúncias feitas por nossa população. Tudo isso leva a um grande número de abordagens e retirada de criminosos das ruas por seus crimes, para que tenham os devidos procedimentos feitos na Justiça”, afirma o coronel Fernando.

“A Polícia Militar continuará realizando essas operações diárias, feitas por nós ou com as integradas com a Secretaria de Segurança Pública, respondendo ao Programa Tolerância Zero combatendo a criminalidade e as facções, pois isso é possível por sermos uma unidade equipada, fortalecida e reconhecida pela população, dando resposta ao crime e proporcionando mais segurança aos nossos cidadãos de bem”, completou.

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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