ECONOMIA
PAM Saint-Gobain reforça protagonismo em ESG
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A PAM Saint-Gobain Brasil, fabricante de tubos, conexões, válvulas e acessórios de ferro fundido dúctil, foi reconhecida pelo terceiro ano consecutivo na categoria “Protagonista” do Selo BV ESG 360, concedido pelo Bureau Veritas, líder global em serviços de Teste, Inspeção e Certificação (TIC). A certificação reforça o compromisso contínuo da companhia com a sustentabilidade, a responsabilidade social e a excelência em governança corporativa, fortalecendo ainda mais sua conexão com o mercado e a sociedade.
O reconhecimento é resultado de um criterioso processo de avaliação, que envolveu auditorias independentes, análise de dados e revisão aprofundada das práticas ESG adotadas pela empresa. A classificação no nível máximo de maturidade demonstra que a PAM Saint-Gobain Brasil mantém uma atuação consistente, integrada e estratégica em ações que geram impacto positivo para o meio ambiente e para a sociedade.
“Alcançar o nível Protagonista pelo terceiro ano consecutivo é a confirmação de que a sustentabilidade está no centro da nossa estratégia de negócio. Esse reconhecimento reflete o comprometimento das nossas equipes, a maturidade dos nossos processos e a forma responsável com que conduzimos nossas operações, sempre alinhados aos desafios ambientais, sociais e de governança do nosso tempo”, afirma Marcelo Machado, diretor-geral da PAM Saint-Gobain Brasil para a América Latina.
Durante a certificação, o Bureau Veritas destacou iniciativas relacionadas à gestão das mudanças climáticas, controle e monitoramento de efluentes, uso de insumos reciclados, além de políticas corporativas voltadas à diversidade, inclusão e ética, pilares fundamentais da atuação da companhia.
Compromisso com a responsabilidade social no Brasil e no mundo
A PAM Saint-Gobain Brasil possui um histórico sólido de certificações e reconhecimentos ambientais. Além do Selo BV ESG 360, a empresa foi uma das pioneiras da cadeia de suprimentos do setor de saneamento a conquistar o Certificado de Neutralidade de Carbono, considerando as emissões e remoções de CO₂ equivalentes dos escopos 1 e 2 de seus processos industriais.
“Temos plena consciência do papel estratégico que nosso setor exerce na construção de um futuro mais sustentável. Seguiremos investindo em inovação, eficiência operacional e soluções responsáveis que contribuam para a preservação do planeta e a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Nossas metas de redução de emissões e o compromisso com o NET ZERO até 2050 são reflexo dessa visão de longo prazo”, destaca Marcelo.
Para conhecer em detalhes as iniciativas ESG da PAM Saint-Gobain Brasil, basta acessar o Relatório de Sustentabilidade, disponível nos canais oficiais da empresa.
Sobre a PAM Saint-Gobain Brasil
A PAM Saint-Gobain Brasil, parte do grupo francês Saint-Gobain, fabrica tubos de ferro fundido dúctil e acessórios, como conexões, válvulas e tampões da marca global PAM. Guiada pelo mote “Porque a água é essencial”, a empresa oferece soluções completas para infraestrutura de água e efluentes, além de atender setores como indústria, irrigação, mineração e construção civil em toda a América Latina. Com uma equipe de mais de 1.000 colaboradores, a PAM contribui anualmente com a instalação de mais de 1.000 quilômetros de tubulações no Brasil, reforçando seu compromisso com a inovação, a eficiência e o desenvolvimento sustentável.
Informações para imprensa:
PAM Saint-Gobain Brasil
Rodolfo Oddo – rodolfo.oddo@saint-gobain.com
Mariana Limeira – mariana.limeira@saint-gobain.com
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NR-1 atualizada amplia obrigações empresariais de saúde
A partir de 26 de maio de 2026, entrou em vigor a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), trazendo impactos relevantes para empresas de todos os portes ao incorporar, de forma expressa, os riscos psicossociais ao gerenciamento de riscos ocupacionais. A mudança marca um novo momento da legislação trabalhista brasileira, ampliando o foco tradicional da saúde e segurança do trabalho — antes concentrado em riscos físicos, químicos e biológicos — para incluir fatores relacionados à saúde mental dos trabalhadores, como estresse ocupacional, assédio moral, burnout, sobrecarga de trabalho, violência organizacional e metas excessivas.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lançou o Manual de Interpretação e Aplicação do Capítulo 1.5 da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), com o objetivo de orientar a implementação de um sistema de gestão voltado à prevenção de riscos no ambiente de trabalho. Para o MTE, a iniciativa integra ações que objetivam “fortalecer a cultura de prevenção e incentivar a criação de ambientes de trabalho mais seguros e saudáveis. As orientações também reforçam a importância da adoção de medidas preventivas e da gestão contínua dos riscos ocupacionais nas organizações”.
De acordo com Washington Santos, coordenador da bancada dos trabalhadores na Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP), “a iniciativa do ministro Luiz Marinho representa uma conquista significativa, ao assegurar a inclusão dos riscos psicossociais na NR-1”. Afirma ainda Washington que “a medida reforça a proteção à saúde dos trabalhadores, previne interpretações equivocadas e práticas oportunistas no mercado, além de garantir um período educativo para que as empresas possam se adequar”.
A Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) ajuizou a ADPF 1316 no Supremo Tribunal Federal, a qual foi distribuída para relatoria do ministro André Mendonça, contestando a NR-1, sob o pretexto de que o próprio MTE reconhece que não há metodologia ou ferramenta para avaliar os fatores psicossociais e que, por isso, a alteração na norma regulamentadora não poderia ainda surtir efeitos práticos e econômicos, como autuações e sanções aos empregadores.
Segundo José Campello, da Vivacqua Advogados, “a NR-1 obriga as empresas a revisar seus processos internos para mapear situações potencialmente geradoras de adoecimento psicológico, implementando medidas preventivas e mecanismos de mitigação, o que, apesar de representar avanço relevante na proteção à saúde mental no ambiente de trabalho, traz preocupação ao setor empresarial e à comunidade jurídica, que tem se manifestado desconforto com a forma de implementação da norma, especialmente em razão da subjetividade dos riscos psicossociais, da ausência inicial de critérios técnicos uniformes e do potencial aumento da insegurança jurídica e do passivo trabalhista”.
E segue o advogado: “Conceitos como estresse, sobrecarga e ambiente tóxico podem gerar interpretações excessivamente amplas e heterogêneas por auditores, peritos e pelo Judiciário, impondo ao empregador o ônus de gerir fatores muitas vezes multifatoriais e de difícil mensuração objetiva. Soma-se a isso o receio de aumento dos custos de conformidade — sobretudo para pequenas e médias empresas — e da judicialização envolvendo burnout, assédio e doenças ocupacionais de natureza psicológica, o que reforça o debate sobre a necessidade de amadurecimento regulatório e maior clareza metodológica na aplicação prática da norma”.
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