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Articulação de Wanderley Cerqueira e apoio de Botelho garantem quase R$ 2 milhões para nova UBS em Várzea Grande

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A construção da nova Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro José Carlos Guimarães, em Várzea Grande, acaba de ganhar um importante impulso com a liberação de R$ 1.965.654,23 em recursos estaduais. A conquista é resultado da articulação do presidente da Câmara Municipal, vereador Wanderley Cerqueira (MDB), que identificou a necessidade da obra e levou a demanda ao deputado estadual Eduardo Botelho (MDB), responsável por intermediar a liberação junto ao Governo do Estado.

O anúncio foi feito pelo próprio deputado e pelo presidente da Câmara de Várzea Grande . Botelho destacou o empenho para destravar o recurso. “Foi um pedido do presidente da Câmara, vereador Wanderley. Nós agilizamos, fomos até o Governo do Estado, conseguimos a liberação desse recurso e ele já está autorizado para seguir à conta da Prefeitura e viabilizar essa importante obra para a população”, afirmou Botelho.

Wanderley Cerqueira ressaltou que a iniciativa nasceu a partir das reivindicações dos moradores da região, que há anos aguardam uma estrutura de saúde adequada. “Tivemos a ideia, ouvimos a comunidade e levamos essa necessidade ao deputado Botelho, que abraçou a causa e trabalhou para transformar esse projeto em realidade. Essa é uma conquista coletiva, mas que exigiu muito diálogo, articulação e compromisso com a população”, declarou.

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O vereador também garantiu que continuará acompanhando todas as etapas do processo. “Nosso trabalho não termina com a liberação do recurso. Vou continuar fiscalizando a aplicação de cada centavo, acompanhando a execução da obra e cobrando que os prazos sejam cumpridos, para que a UBS seja entregue o quanto antes aos moradores do José Carlos Guimarães”, afirmou.

A aprovação do investimento foi oficializada por meio da Resolução CIB/MT nº 255, de 15 de maio de 2026, que autorizou o cofinanciamento estadual excepcional para a construção da unidade. A expectativa é que a nova UBS fortaleça a atenção básica e amplie o acesso aos serviços de saúde para milhares de famílias da região.

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Projeto de Beto Dois A Um leva internet e energia solar às escolas ribeirinhas

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Escolas localizadas em comunidades ribeirinhas do Pantanal e do Vale do Araguaia poderão ganhar internet via satélite, energia solar e equipamentos tecnológicos para melhorar o ensino. É o que prevê o projeto de lei do número 1954/2025 do deputado estadual Beto Dois A Um (Podemos), que está em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A proposta institui o Programa Estadual Educação Ribeirinha Conectada, que tem como objetivo levar mais estrutura às escolas que ficam em regiões de difícil acesso, onde muitas vezes a falta de energia elétrica e de conexão com a internet dificulta o aprendizado dos alunos e o trabalho dos professores.

Em fevereiro de 2026, o projeto recebeu parecer favorável da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa, avançando na tramitação.

Entre as ações previstas estão a instalação de internet via satélite, implantação de sistemas de energia solar, entrega de notebooks, tablets, projetores e outros equipamentos digitais, além da capacitação de professores para o uso das novas tecnologias em sala de aula. O texto também prevê manutenção periódica dos equipamentos e atualização tecnológica ao longo dos anos.

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O projeto, segundo o deputado Beto Dois A Um, busca diminuir as desigualdades enfrentadas por estudantes que vivem em comunidades isoladas.

“O Estado de Mato Grosso possui vastas regiões ribeirinhas onde o acesso à educação enfrenta desafios extremos relacionados à distância, à ausência de energia elétrica confiável e à falta de conectividade. A internet via satélite, aliada à energia solar, oferece uma solução realista para garantir mais oportunidades e acesso à educação de qualidade para esses estudantes”, destacou o parlamentar.

De acordo com a proposta, a implantação do programa será feita de forma gradual. No primeiro ano, o Governo do Estado deverá mapear as escolas ribeirinhas e iniciar um projeto-piloto. A expectativa é que, ao final de quatro anos, todas as escolas localizadas nessas regiões sejam contempladas.

Além de beneficiar diretamente alunos e professores, a iniciativa também pretende facilitar a comunicação entre as unidades escolares e a Secretaria de Estado de Educação, permitindo acesso a plataformas digitais, materiais pedagógicos e cursos de formação continuada.

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