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Governo de Mato Grosso inaugura nova escola indígena na Terra Indígena Wawi em Querência

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O Governo de Mato Grosso inaugura, nesta segunda-feira (30.3), a Escola Estadual Indígena Kisedje, localizada na Aldeia Khikatxi, na Terra Indígena Wawi, no município de Querência.

Com investimento de R$ 2,5 milhões, a nova estrutura conta com oito salas de aula, refeitório e dependências administrativas, ampliando as condições de atendimento aos estudantes da comunidade.

A escola tem capacidade para receber até 200 alunos por turno e, atualmente, atende 174 estudantes distribuídos em 14 turmas.

A Aldeia Khikatxi é formada pelo povo Kisêdjê, no Parque Indígena do Xingu, reconhecido por iniciativas ligadas à colheita tradicional e ao manejo da floresta.

Serviço | Inauguração da Escola Estadual Indígena Kisedje

Data: Segunda-feira, 30 de março

Local: Aldeia Khikatxi – Terra Indígena Wawi, em Querência

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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