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Governo de MT entrega mais uma escola moderna e equipada para atender estudantes de Denise

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O Governo do Estado de Mato Grosso inaugurou, nesta quinta-feira (12.2), a construção da Escola Estadual Dr. Joaquim Augusto da Costa Marques, em Denise. A unidade recebeu um investimento de R$8.027.887,68 e passa a reforçar a infraestrutura educacional da Rede Estadual de Ensino.

De acordo com governador Mauro Mendes, “inaugurar escolas com uma infraestrutura tão boas e que, em muitos casos, supera a qualidade das escolas particulares, com tecnologia de ponta é motivo de muito orgulho”.

Ainda segundo ele, o Estado proporciona aos estudantes um novo prédio, uma quadra e muita qualidade. “Tenho certeza que nossos profissionais estão altamente qualificados e sabemos que isso faz diferença na vida de nossos jovens e crianças”, completou.

Com capacidade para 960 estudantes, sendo 480 por turno, a unidade já atende 678 alunos, organizados em 26 turmas. A escola conta com 16 salas de aula, distribuídas em uma área construída de 3.165,78 metros quadrados.

Para a secretária adjunta Executiva, Flávia Soares, o investimento realizado na escola representa um passo importante para garantir que cada estudante tenha acesso a um ambiente digno de aprendizagem.

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“Essa nova entrega, com espaços modernos e equipados com alta tecnologia, reforça o quanto estamos construindo uma educação pública de qualidade”, afirmou.

Segundo Flávia, a nova entrega faz parte de uma estratégia de modernização da rede, com foco na ampliação de vagas e na melhoria das condições de ensino e aprendizagem.

A diretora da unidade, Maria Ediviges, foi objetiva ao afirmar que os profissionais da educação, com uma nova escola, acabam tendo mais motivação, alegria ao trabalhar e incentivo para melhorar cada dia mais o desempenho.

“Para os nossos alunos também é um ambiente propício para que eles possam desenvolver a aprendizagem. Esse é o nosso principal objetivo, melhorar cada dia a aprendizagem dos nossos estudantes. Com certeza é um momento de muita alegria e celebração”, completou.

A estudante do 8º ano, Maria Eloah Silva Valentim dos Santos, contou que se sentiu muito acolhida quando entrou na escola e que, em toda a estrutura, a biblioteca se tornou seu lugar preferido.

“Eu gosto muito de ler, então, quando vi a biblioteca, me senti realizada e com muito mais vontade e incentivo de aprender. Estou sentindo prazer por estar aqui”, afirmou.

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Professora de Língua Portuguesa, Suzana Mendes contou que o sonho dela, dos professores e dos estudantes, era apena uma reforma na escola e que, no final, todos receberam muito mais do que imaginavam.

“Temos um espaço amplo, ótimas salas de aulas e bastante espaço para os alunos e professores se movimentarem dentro da sala. Vai favorecer bastante a aprendizagem dos estudantes e consequentemente nosso trabalho também. É visível no olho dos estudantes a alegria e o quanto eles estão gostando do espaço, nós estamos muito felizes”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009 , que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023 , de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

 



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