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Polícia Civil prende mulher por adquirir medicamento proibido no país

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil de Goiás, prendeu em flagrante, nesta quinta-feira (5.2), em Porto Alegre do Norte, uma mulher de 38 anos por adquirir medicamento de uso proibido no Brasil.

A prisão ocorreu após uma investigação da Polícia Civil de Goiás sobre o crime de importação e distribuição de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais de procedência ignorada.

As investigações levaram, em 28 de janeiro, à prisão em flagrante de uma enfermeira por envio, via Correios, de produtos importados com comercialização proibida no Brasil a diferentes estados.

Após a prisão, a Polícia Civil de Goiás verificou que nesta remessa havia um lote enviado para a cidade de Porto Alegre do Norte, momento em que a delegacia da cidade foi acionada.

Em posse dessas informações, a equipe de investigação da Delegacia de Porto Alegre do Norte realizou acompanhamento e verificação prévia das informações. Na manhã desta quinta-feira (5), a suspeita foi até o Correio local e retirou sua encomenda, quando então foi devidamente abordada.

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A mulher confessou que havia retirado a encomenda dos Correios e que se tratava da medicação Tirzepatida. Segundo a suspeita, ela comprou o produto de uma mulher do estado de Goiás para fins estético, mesmo ciente de sua irregularidade e uso proibido no Brasil.

Diante disso, foi realizada a sua prisão em flagrante e ela foi levada para a delegacia.

Fonte: Governo MT – MT

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Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação

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Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.

A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.

Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.

O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

Paralisação

No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.

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Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.

Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.



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