MATO GROSSO
Polícia Civil de MT prende criminoso apontado como liderança de facção no DF
MATO GROSSO
Um homem foragido da Justiça de Mato Grosso, com extensa ficha criminal e apontado como liderança de uma facção criminosa atuante em Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá) e com ramificações interestaduais, foi preso na sexta-feira (30.1), no Distrito Federal.
Com três mandados de prisão em abertos, o procurado, de 34 anos, é condenado por homicídio qualificado e foi descoberto na cidade de Brasília durante as investigações da Polícia Civil mato-grossense, por meio da Delegacia Regional de Barra do Garças com apoio da Diretoria de Inteligência.
No momento da prisão o criminoso utilizava documento falso, razão pela qual, além da prisão por força das ordens judiciais, ele foi autuado em flagrante por uso de documento falso.
A ação contou com apoio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do Distrito Federal, Ministério Público e Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso.
Histórico Criminal
As diligências da Polícia Civil de Mato Grosso, apontaram que o suspeito exercia função estratégica dentro da facção sendo responsável por autorizar e coordenar ordens violentas, inclusive crimes contra a vida.
Entre os crimes, está um homicídio ocorrido em agosto de 2020, contra Adrian Rodrigues do Nascimento, de 36 anos, cuja autoria e circunstâncias foram esclarecidas após investigação técnica e qualificada.
Esse assassinato foi praticado no contexto de execução determinada pela facção criminosa, relacionado a conflitos internos e ao controle de atividades ilícitas, especialmente ligadas ao tráfico de drogas. O homicídio foi previamente planejado, com divisão de tarefas entre os envolvidos, evidenciando a articulação organizada do grupo.
A elucidação do caso resultou de um trabalho investigativo minucioso, com coleta de depoimentos, laudos periciais, análise de dispositivos eletrônicos e cruzamento de informações, permitindo individualizar as condutas e demonstrar a participação do investigado no núcleo responsável pela execução da ordem criminosa.
Com base nas provas reunidas, o Poder Judiciário pronunciou o investigado para julgamento pelo Tribunal do Júri por homicídio qualificado e corrupção de menores, mantendo a prisão preventiva diante da gravidade dos fatos e da necessidade de garantia da ordem pública.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Rodoviários do Rio participam de audiência de conciliação
Rodoviários e patrões de empresas de ônibus da cidade do Rio de Janeiro participam nesta quarta-feira (15), às 11 h, de mais uma audiência de conciliação na sede do Tribunal Regional do Trabalho a 1ª Região (TRT-RJ) para chegar a um acordo sobre o reajuste da categoria.
A data-base dos rodoviários é 1º de julho. Para a campanha salarial em andamento, o Sindicato dos Rodoviários do Rio e o patronal Rio Ônibus já fizeram três rodadas de negociação no TRT-RJ, sem chegar a um acordo.
Durante as negociações mediadas pela Justiça do Trabalho, a categoria flexibilizou a reivindicação de reajuste salarial de 17% para 12% (dividido em parcelas), mas as empresas ofereceram 4,5%. Antes, o Rio Ônibus havia ofertado 4,39%.
O desembargador Gustavo Tadeu Alkmim, da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (Sedic), pediu que os patrões aumentem a oferta de reajuste para 5%, o mesmo valor pago as categorias de rodoviários das cidades de Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
Paralisação
No dia 27 de junho, o Sindicato dos Rodoviários ajuizou o dissídio coletivo de greve e de natureza econômica. Na mesma data, o TRT-RJ, considerou a greve legal e concedeu liminar autorizando o início da paralisação. Determinou a manutenção de, no mínimo, 50% da frota operacional em cada linha e itinerário, sob pena de multa de R$ 50 mil em caso de descumprimento da medida.
Dois dias depois, no dia 29 de junho, os rodoviários do município do Rio de Janeiro iniciaram a paralisação. No dia 2 de julho, suspenderam o movimento, a pedido do TRT-RJ, mantendo o estado de greve, para que o sindicato patronal aumentasse a proposta de reajuste, mas não houve acordo.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação do auxílio-alimentação para R$ 1 mil e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
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