Cidades
IPTU 2025: Guia completo sobre a destinação dos recursos em Cuiabá
Cidades
Com o compromisso de reforçar a transparência e a credibilidade das informações públicas, a Prefeitura de Cuiabá apresenta este esclarecimento didático sobre o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O objetivo é desburocratizar o entendimento sobre como o tributo é cobrado, pago e revertido em benefícios para a nossa cidade. Dúvidas também podem ser sanadas a partir do acesso ao Portal do Contribuinte. Clique AQUI
Entendendo a cobrança e os prazos
O IPTU é um tributo anual que incide sobre todas as propriedades imobiliárias da zona urbana, sejam elas casas, apartamentos, salas comerciais ou terrenos (inclusive os sítios de recreio). Para o exercício de 2025, o contribuinte deve estar atento: os carnês serão 100% digitais.
A Prefeitura não enviará carnês ou boletos pelos Correios. As guias de pagamento estarão disponíveis a partir de março e devem ser emitidas diretamente no Portal do Contribuinte, clicando na opção “Emissão de Guia IPTU”. O acesso é simples, exigindo apenas o CPF/CNPJ ou o número da Inscrição Imobiliária.
Facilidades no pagamento
Buscando facilitar a rotina do cidadão, a Prefeitura oferece opções flexíveis. O pagamento poderá ser realizado via boleto bancário ou PIX, com a escolha de quitação em Cota Única (à vista) ou parcelado em prestações fixas e sem juros.
É fundamental destacar que a cobrança é individualizada por imóvel. Ou seja, se um contribuinte possui uma casa e um escritório, o imposto será calculado separadamente para cada inscrição, exigindo a emissão de guias distintas para cada propriedade. No caso de terrenos sem construção, a regra permanece a mesma: o proprietário deve recolher o tributo, cuja alíquota é de 2% sobre o valor venal, conforme o Código Tributário Municipal.
O retorno para a sociedade
Ao contrário de outros impostos que são divididos com o Estado ou a União, o IPTU fica integralmente no município. Esse recurso é essencial para a manutenção da cidade, sendo revertido diretamente em obras e serviços de bem-estar social.
Cada centavo arrecadado financia a construção e reforma de escolas e creches, a manutenção de unidades de saúde, obras de asfalto, mobilidade urbana e assistência social. Toda essa aplicação é rigorosamente fiscalizada pela Câmara Municipal e pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Transparência no cálculo: Valor Venal x Valor de Mercado
É importante não confundir o preço de mercado de um imóvel com o seu Valor Venal. Enquanto o valor de mercado flutua conforme a oferta, demanda e negociações comerciais, o Valor Venal é uma base técnica e objetiva utilizada exclusivamente para o cálculo de impostos.
Em Cuiabá, a definição do valor para terrenos segue critérios rigorosos estabelecidos pela Lei Complementar 591/2025. O cálculo não é aleatório; ele resulta de uma fórmula matemática que considera a área total, o valor do metro quadrado na região e fatores de correção específicos, como a presença de melhorias públicas (asfalto, iluminação), a topografia do terreno e sua localização (esquina, meio de quadra, etc.).
Essa metodologia técnica assegura que cada imóvel seja avaliado de acordo com suas características reais, promovendo uma cobrança isonômica e transparente para todos os cuiabanos.
Como é definido o valor venal de um terreno em Cuiabá?
A definição do Valor Venal do Terreno (VVT) segue parâmetro definido pela Lei Complementar 591/2025.
Os imóveis são calculados da seguinte forma: multiplicação de sua área total (At), pelo valor do metro quadrado (m²)do terreno do segmento do logradouro de sua localização (Vm²), e aplicação dos fatores de correções do valor de acordo com as características e peculiaridades de cada imóvel, cujos índices serão objeto de tabelas apresentadas pelo Poder Executivo, mediante a equação:
VVT = At x Vm² x Fst x Fet x Fct x Fge x Fgl x Fmp x Fdat
Para entender:
– VVT é valor venal do terreno;
– At é a Área do terreno;
– Vm² é o valor unitário do metro quadrado do terreno, do segmento do logradouro
de sua localização;
– Fst é o Fator de Influência da Situação do Terreno;
– Fet é o Fator de Influência de Esquina ou número de Testada
– Fct é o Fator de Influência das Características do Terreno
– Fgeé o Fator Geométrico
– Fgl é o Fator Gleba
– Fmp é o Fator de Melhorias Públicas
– Fdat é o Fator de depreciação de Área de Tombamento
NOVA PROPOSTA
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou na tarde desta quarta-feira (29), que enviará à Câmara Municipal um projeto de lei que propõe isentar do pagamento do IPTU os moradores que residem em ruas sem pavimentação asfáltica. O anúncio foi feito no gabinete do chefe do Executivo, ao lado do secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, e integra um pacote de medidas voltadas à reorganização das prioridades de investimento em infraestrutura urbana. Além dele estavam o vereador Dilemario Alencar, e Thiago Semensato – membro da equipe econômica do Municipio.
De acordo com o prefeito, a iniciativa busca corrigir uma distorção histórica enfrentada por milhares de famílias que, mesmo pagando regularmente o imposto, convivem há décadas com vias de terra, poeira no período seco e lama durante as chuvas. “Não é justo o cidadão pagar IPTU e continuar sem asfalto na porta de casa. Precisamos inverter a lógica: primeiro levar a infraestrutura, depois cobrar o imposto”, afirmou.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
Primavera do Leste
Prefeitura de Primavera do Leste busca parceria com UFMT para elaboração do plano de manejo do Parque Raiz das Águas
A Prefeitura de Primavera do Leste, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, realizou na última sexta-feira (7) uma reunião com representantes da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para discutir a elaboração do plano de manejo e do plano de uso coletivo do Parque Raiz das Águas.
O encontro contou com a participação de representantes das Secretarias Municipais de Agricultura, Meio Ambiente, Cultura, Desenvolvimento Econômico e Segurança, além da Superintendência de Habitação e da Assessoria de Comunicação.
Durante a agenda, a equipe também realizou uma visita técnica à área do parque, que fica nas proximidades do Lago Municipal Vô Pedro.
Instituído por lei neste ano, o Parque Raiz das Águas possui 227 hectares. Com a criação formal do parque, o município agora avança para a próxima etapa, que consiste na elaboração dos documentos que irão orientar a preservação, o planejamento e o uso coletivo da área.
A participação da UFMT busca avaliar de que forma professores e pesquisadores da universidade poderão contribuir tecnicamente com esse processo. A expectativa é que, a partir das discussões iniciais, seja construído um plano de trabalho para definir as próximas ações.
O secretário municipal de Meio Ambiente, Paulo Rocha, destacou a importância da união entre as diferentes áreas da administração e da contribuição técnica da universidade.
“Estamos reunindo diversas secretarias do município para discutir o plano de manejo e o plano de uso coletivo do Parque Raiz das Águas. O parque foi instituído por lei neste ano e já é uma realidade, com uma área de 227 hectares na região do Lago Municipal Vô Pedro. Agora, a próxima etapa é justamente elaborar esses planos, e a universidade poderá contribuir com uma percepção e uma análise técnica que vão nos ajudar a construir um plano de trabalho”, explicou.
A iniciativa representa mais um passo para estruturar o Parque Raiz das Águas de forma planejada, buscando conciliar a preservação ambiental com a utilização coletiva e o desenvolvimento de ações que possam beneficiar a população.
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