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Deputados podem votar hoje criação de cadastro de pedófilos e obrigatoriedade de câmeras em escolas públicas

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta quinta-feira (12) várias propostas que tratam da área de segurança pública. Entre eles, o Projeto de Lei 3976/20, que cria um cadastro nacional de pedófilos para reunir dados de condenados por estupro de vulnerável e de quem produz vídeo de sexo envolvendo menores de idade.

Outra proposta que pode ser votada hoje, é o Projeto de Lei 5343/19, que torna obrigatória a instalação de câmeras de vídeo para monitorar as áreas externas e internas de escolas públicas. O objetivo é reforçar a segurança dos alunos e professores das escolas públicas.

O Projeto de Lei 4939/20 que define regras para a obtenção de provas digitais na investigação e no processo criminais também está na pauta. Prova digital é toda informação armazenada ou transmitida em meio eletrônico, que tenha valor probatório.

Os deputados podem votar ainda duas propostas que ampliam o tempo de reclusão no Brasil. O Projeto de Lei 1637/19 aumenta o tempo de internação de criminosos que tenham doença mental e considerados inimputáveis. Já o Projeto de Lei 7868/14 aumenta para 40 anos tempo máximo de cadeia no país.

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Todos esses projetos estão em regime de urgência.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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TCU pode avançar nesta semana em fiscalização proposta pela Coronel Fernanda contra venda casada

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O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) poderá analisar nesta semana a abertura de uma fiscalização preliminar sobre a suposta prática de venda casada na concessão de crédito rural, proposta pela deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT). A iniciativa volta ao centro do debate em um momento de juros elevados, maior endividamento no campo e restrição ao acesso a financiamentos pelos produtores rurais.

A fiscalização foi solicitada pela parlamentar e aprovada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no fim do ano passado. Agora, caberá ao TCU decidir se aprofunda a investigação sobre possíveis irregularidades nas operações de crédito rural, especialmente a exigência da contratação de produtos bancários acessórios (seguros, títulos de capitalização, consórcios e investimentos), como condição para a liberação dos financiamentos, prática proibida pelo Código de Defesa do Consumidor.

Para a deputada Coronel Fernanda, o avanço da análise pelo TCU representa um passo fundamental para proteger os produtores e assegurar que o crédito rural cumpra sua função como política pública. “O produtor não pode ser penalizado com custos ocultos e imposições ilegais justamente no momento em que mais precisa de apoio para produzir. Crédito rural não é balcão de vendas de produtos financeiros”, tem defendido a parlamentar.

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Além da venda casada, a proposta de fiscalização prevê a análise da transparência das taxas e encargos cobrados nas operações, bem como a governança e os controles internos das instituições financeiras públicas federais responsáveis pela execução do crédito rural. A atuação do Banco Central do Brasil, órgão supervisor do sistema financeiro, também será objeto da apuração.

A matéria está na pauta do plenário do TCU desta quarta-feira (28/1). Caso aprovada, a fiscalização abrangerá operações realizadas por bancos federais e incluirá uma verificação específica dos recursos oriundos dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO), que utilizam dinheiro público. A sugestão técnica é que o processo seja relatado pelo ministro Augusto Nardes, que já conduz outras duas auditorias relacionadas ao crédito rural.

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