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Humberto repudia ataque ao STF e diz ser contra anistia

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O senador Humberto Costa (PT-PE), em pronunciamento no Plenário nesta segunda-feira (18), lamentou o atentado contra o Supremo Tribunal Federal (STF) ocorrido na última quarta-feira (13), na Praça dos Três Poderes. O senador destacou que “o ato terrorista não foi isolado”, mas consequência dos discursos de ódio e violência alimentados nos últimos anos no Brasil. 

Para o senador “os ataques contra a democracia e as instituições têm raízes em discursos de lideranças da extrema-direita, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro”. Ele mencionou eventos como a tentativa de invasão à sede da Polícia Federal durante a diplomação do presidente Lula, o plano de ataque com bomba ao Aeroporto de Brasília e os atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

— A seriedade dos ataques evidencia que a tentativa de deslegitimar a democracia e suas instituições persiste, e que é preciso dar um basta nessa onda de intolerância gerada pela violência política e pela desinformação — disse. 

O senador destacou que a Polícia Federal investiga se Francisco Wanderley Luiz recebeu apoio financeiro e logístico para a ação. O parlamentar defendeu a responsabilização dos envolvidos. Humberto também rejeitou a possibilidade de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Ele argumentou que “o perdão estimula a impunidade e abre caminho para novas ações”.

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— Debater anistia é dar uma mensagem direta aos criminosos, uma vez que a impunidade funciona como principal catalisadora da violência, do ódio e da intolerância. Quando se concede uma anistia se supõe que quem foi anistiado primeiro foi condenado e, segundo, com a anistia, passa a aceitar as regras do jogo e a organização do sistema que ora existe. Qual a garantia de que aqueles que têm atacado a democracia vão passar a reconhecê-la, a reconhecer as leis, a autonomia entre os Poderes e a democracia no nosso país? — questionou. 

Humberto defendeu o debate sobre a regulamentação das redes sociais e a responsabilização de empresas de tecnologia pela disseminação de desinformação e discursos violentos. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes aponta dificuldades na candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência

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Foto Mayke Toscano

O ex-governador de Mato Grosso e pré-candidato ao Senado, Mauro Mendes (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (23) que a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República enfrenta um cenário de instabilidade e incertezas para as eleições de 2026. Segundo Mendes, os rumores sobre uma possível desistência e disputas internas têm afetado a imagem do projeto político da direita.

Em entrevista à imprensa, Mendes afirmou que há “muitos ruídos” nos bastidores envolvendo o nome de Flávio Bolsonaro, escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para representar o grupo político na corrida presidencial. “O cenário hoje ainda está muito indefinido. Existem muitos rumores de eventual desistência, muito fogo amigo e fogo inimigo”, declarou.

Apesar de avaliar negativamente a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Mauro Mendes disse que a direita ainda enfrenta dificuldade para consolidar uma liderança nacional. Para ele, a falta de um nome forte aumenta a incerteza sobre a disputa de 2026. “Existe um vácuo de grandes lideranças. O Flávio está tentando se firmar, mas essa névoa de expectativa não é positiva”, afirmou.

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