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Vanessa Lopes participa de programa de tv e explica como está atualmente: ‘Atestado’

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Na noite deste sábado (02), Vanessa Lopes foi uma das convidadas do programa “Altas Horas” e falou sobre o diagnóstico após apresentar um quadro de psicose aguda que a levou a desistir do “Big Brother Brasil” ainda em janeiro deste ano.

A tiktoker afirmou que estava participando do programa com liberação de seu médico e falou que ainda está em recuperação, por isso, segue afastada das redes sociais. “Então, eu tô bem. Agora eu tô em tratamento, mas eu tô assustada. A gente admitir que tá doente é um pouco assustador, mas faz parte do processo, faz parte do tratamento, faz parte também pra gente falar um pouco mais de saúde mental. É assustador pra quem tem, mas também pras pessoas que falam sobre. Então, eu fico feliz de abrir como estou. Dizer que é um processo, ainda estou em tratamento. Estou bem, mas quero ficar melhor ainda“, explicou Vanessa.

Vanessa também explicou que não sabe como foi a repercussão de sua saída do ‘BBB 24’, já que está afastada das redes sociais desde então e não retomou contato com o mundo online: “dei um tempo pra cuidar de mim mesma. Só pra avisar que tenho um atestado pra estar aqui. Só pra deixar claro que conversei muito bem com meu médico e parte do meu tratamento é não trabalhar e não voltar para as redes sociais. Inclusive, eu nem entendo a dimensão de tudo o que aconteceu, porque não pude entrar nas redes sociais. Só estou vivendo, me cuidando e vivendo momentos importantes. Depois eu entendo o que aconteceu, é um processo que estou indo lentamente“. Confira um trecho da conversa:

Fonte: TOP FAMOSOS

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CURIOSIDADES

Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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