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Mari Alexandre, ex de Fabio JR. celebra formatura do filho: ‘Nós merecemos!’

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Záion Alexandre Ayrosa Galvão, filho da modelo Mari Alexandre e do cantor Fábio Jr., se formou no Ensino Fundamental. Aos 14 anos de idade, o menino contou com a presença de parte da família na cerimônia de colação de grau.

Após a entrega do diploma, alunos e familiares curtiram uma festa. Mari se divertiu na pista de dança e aproveitou para escrever: “Nós merecemos! Noite das famílias que estiveram presentes na vida de seus filhos assiduamente”, postou.

A declaração foi interpretada como um alfinetada ao ex-marido, o cantor Fábio Jr. A modelo já reclamou, em outras ocasiões, que ele é um pai pouco participativo no dia a dia.

Na colação de grau de Záion, Tainá Galvão uma das filhas de Fábio esteve presente. Mari Alexandre aproveitou para enaltecer a presença de Pedro Lopes, tio bastante presente na educação de Záion. “Esse tio sempre esteve e está presente em tudo”, disse ela.

Fábio Jr. e Mari Alexandre se separaram em 2010, quando Záion tinha apenas 1 ano de idade. O menino, apesar de ter crescido sem o convívio diário com o cantor, criou uma relação afetuosa com o pai.

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Na sexta-feira (15), Záion participou do Natal antecipado da família Ayrosa Galvão, reunindo-se com Fábio Jr. e as irmãs Cleo, Tainá e Krizia. O evento contou ainda com o marido, a sogra e o enteado de Cleo.

Na ocasião, o menino se vestiu com a camisa do Santos Futebol Clube, time do coração do pai. Mari Alexandre, mãe de Záion, é são-paulina.

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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