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Marido de Ivete Sangalo curte show da cantora no meio do povo: ‘Todo simpático’

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O nutricionista Daniel Cady, de 38 anos de idade, marido de Ivete Sangalo, de 51 anos, curtiu o show da esposa no meio do público, em uma das áreas VIPs do Estádio do Maracanã, na noite desta quarta-feira (20). Ele usou uma pulseira de ‘amigos e familiares’, que permite circular por outras áreas do estádio.

Veveta apresentou o show Esquenta da turnê ReIvete-se, que celebra seus 30 anos de carreira. Além dos fãs, famosos também se divertiram na apresentação que teve mais de três horas de duração, com nomes como Boninho, Taís Araujo, Tiago Abravanel,Luana Xavier, Gominho, Fátima Bernardes (que foi as filhas) e Lore Improta, só para citar alguns.

Ivete vai viajar o Brasil em 2024 com a turnê que passa por todas as eras de sua história, desde o tempo como vocalista da Banda Eva. O show será apresentado em estádios e as datas anunciadas nos primeiros meses do próximo ano.

Além de movimentar a cidade do Rio de Janeiro, o show é o primeiro especial de Natal da Globo transmitido ao vivo. O show foi transmitido pela TV aberta e também pelo Multishow e Globoplay. Assinantes do Globoplay+Canais contaram com um sinal exclusivo em 4k para curtir de casa.

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FONTE: revistaquem

Daniel Cady curte show de Ivete Sangalo no Maracanã — Foto: Webert Belicio/ Agnews

Daniel Cady em show da esposa, Ivete Sangalo, no Maracanã — Foto: Quem

Daniel Cady — Foto: Daniel Pinheiro/BrazilNews
Daniel Cady — Foto: Daniel Pinheiro/BrazilNews

Fonte: TOP FAMOSOS

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Acessibilidade na CASACOR SP garante experiência para PCDs

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A CASACOR São Paulo 2026, a maior mostra de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas, realizará nesta edição um conjunto de ações voltadas à acessibilidade, atendendo visitantes com deficiência motora, visual e auditiva. O evento, realizado de 10 a 20 de outubro de 2026 no Centro de Exposições da cidade, contará com percursos adaptados, rampas, elevadores, banheiros acessíveis e recursos de comunicação na Língua Brasileira de Sinais (Libras), seguindo as diretrizes do Desenho Universal e mantendo a certificação da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA) obtida nos três últimos anos.

O percurso acessível inclui rampas de inclinação adequada, circulação livre para cadeiras de rodas e elevadores que dão acesso a sete ambientes diferentes. Cada um desses espaços recebeu equipamentos de acessibilidade que permitem a visita a mezaninos e aos níveis superiores sem comprometer o conceito arquitetônico dos projetos. Nove banheiros foram adaptados, oferecendo cabines exclusivas, áreas familiares e, em alguns casos, instalações para crianças e pessoas de baixa estatura.

Diversos projetos da mostra incorporam recursos de acessibilidade como parte da linguagem dos ambientes. Entre eles, destaca‑se o “Nota em Linhas”, de Rafaella Manso, que dispõe de elevador para o pavimento superior; o Restaurante Raiz, de Marta Martins, que integra soluções de acessibilidade ao seu layout; “A Poética do Ritmo”, de Isabella Nalon, concebido para receber visitantes por meio de elevador; e a Casa da Marcenaria Brasileira, de João Panaggio, equipada com plataforma elevatória para percursos completos. Outros ambientes, como o banheiro Galeria (Carlos Navarro) e o Spa Raízes (Marcos Serrano Miralles), também contam com adaptações específicas.

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Além das adaptações físicas, a edição 2026 oferece recursos para pessoas com deficiência visual e auditiva. Mapas táteis, audiodescrição e carrinhos motorizados estão disponíveis ao longo do circuito. O atendimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para visitantes surdos é realizado em parceria com a ICOM, empresa especializada em comunicação acessível.

A CASACOR recebeu, pelo terceiro ano consecutivo (2024‑2026), o Selo de Acessibilidade da CPA, em razão de recursos como rampas, elevadores, mapas táteis e audiodescrição. Darlan Firmato, Diretor de Operações da CASACOR São Paulo, afirmou que a preocupação com a inclusão tem mais de duas décadas: “A CASACOR busca ser acessível há 21 anos, carregando, nessa missão, pioneirismo e a obrigação universal de fazer da maior plataforma de arquitetura, design, arte e paisagismo das Américas um exemplo ao receber bem pessoas com deficiência motora, visual e auditiva”.

Silvana Cambiaghi, arquiteta e consultora de acessibilidade da mostra desde 2005, destacou que a acessibilidade não é tratada como adaptação pontual, mas como conceito integrado ao planejamento e à montagem dos ambientes: “Transformar a CASACOR em uma mostra acessível é um processo que começa muito antes da abertura ao público. A acessibilidade deve estar presente em todas as fases, do projeto à execução, com base nos princípios do Desenho Universal”, ressaltou, citando a participação do engenheiro Oswaldo Rafael Fantini e dos arquitetos Luis Fernando Estuqui e Marina Rangel.

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A iniciativa reforça a trajetória iniciada em 2006, quando foram implementadas as primeiras adaptações – rampas, nivelamento de pisos, banheiros acessíveis e calçada tátil – e consolida a CASACOR como referência nacional em arquitetura universal.



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