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Campanha mostra importância da participação dos homens pelo fim da violência contra a mulher

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No dia 6 de dezembro é celebrado o Dia Nacional da Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, em alusão ao movimento ‘Laço Branco’, que reuniu homens por este propósito, no Canadá, desde 1991. O Poder Judiciário de Mato Grosso, alinhado às diretrizes e ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), reforça a importância do envolvimento dos homens na defesa das mulheres e na busca pela igualdade de gênero, uma das ferramentas para auxiliar na diminuição da onda de violência contra as mulheres em todo o mundo.
 
Magistrados estaduais se mobilizam em prol da campanha Laço Branco. Vídeos com declarações de juízes estão disponíveis.
 
Confira os vídeos nos links abaixo:
 
 
 
 
 
 
 
O Dia Nacional da Mobilização dos Homens foi instituído no Brasil pela Lei n. 11.489/2007, para sensibilizar os homens para a eliminação das diversas violências que atingem as mulheres.
 
Dar visibilidade a esse tema é um passo essencial para que possamos efetivamente diminuir a distância entre a igualdade de direitos prevista na Constituição e a desigualdade que existe na vida real.
 
Mobilização – Em 1991, o movimento Laço Branco reuniu um grupo de homens canadenses que repudiavam a violência contra a mulher. Além do símbolo do Laço Branco, eles também adotaram como lema jamais cometer um ato violento contra as mulheres e não fechar os olhos diante dessa violência. A mobilização originou-se a partir do caso do “Massacre de Montreal”, ocorrido em 6 de dezembro de 1989, quando um homem entrou armado em uma escola, matando 14 mulheres e ferindo outras dez. Antes de se suicidar, o atirador fez disparos pelos corredores, gritando “Eu odeio as feministas”.
 
Em 1991, o movimento Laço Branco surgiu no Canadá, formado por homens que repudiavam a violência contra mulheres. Originado do “Massacre de Montreal” em 1989, onde 14 mulheres foram mortas. Antes de se suicidar, o atirador fez disparos pelos corredores, gritando “Eu odeio as feministas”. O movimento adotou, além do laço branco, o lema de jamais cometer atos violentos e não ignorar a violência de gênero.
 
A data do massacre, 6 de dezembro, foi designada como o Dia Nacional de Memória e Ação contra a Violência contra a Mulher no Canadá, alinhando-se às iniciativas da ONU desde 25 de novembro, o Dia Internacional para a Erradicação da Violência contra as Mulheres.
 
O governo canadense destaca a importância dos homens e meninos como aliados na prevenção da violência de gênero e na promoção da igualdade entre os sexos.
 
Pesquisas indicam que o envolvimento masculino em estratégias pode efetivamente reduzir a violência de gênero.
 
Dani Cunha (Com informações do CNJ)
Coordenadoria de Comunicação Interna do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Vencedores da categoria Universitário destacam oportunidades abertas pelo Troféu Parlamento

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A primeira edição do Prêmio de Jornalismo da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT) revelou talentos que ainda estavam em formação acadêmica e mostrou o potencial da produção universitária no estado. Para incentivar a participação de novos estudantes, vencedores da categoria Universitário compartilham experiências, aprendizados e os impactos da premiação em suas trajetórias profissionais.. As inscrições para a segunda edição do prêmio estarão abertas entre 30 de junho e 9 de novembro de 2026.

A categoria Universitário contempla trabalhos em texto, áudio, vídeo e fotografia produzidos por estudantes dos cursos de Comunicação Social/Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Audiovisual e Cinema de instituições de ensino superior localizadas em Mato Grosso, valorizando conteúdos desenvolvidos ainda durante a graduação.

Primeira colocada com a reportagem “Mulheres sob ameaça constante: Entre proteção prevista por lei e a escalada da violência em Mato Grosso”, a então estudante da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Bianca Mortelaro, abordou os direitos das mulheres, tema que acompanha sua trajetória desde a adolescência.

O trabalho reuniu dados sobre a violência de gênero em Mato Grosso, ouviu vítimas e analisou a atuação do Poder Legislativo na construção e fiscalização de políticas públicas voltadas à proteção das mulheres. Segundo Bianca, uma das constatações mais marcantes durante a produção foi perceber que, apesar dos avanços legais, ainda existem desafios para garantir a efetividade das medidas de proteção.

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Andrey Bonfim - 2º lugar na categoria Universitário.Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Andrey Bonfim – 2º lugar na categoria Universitário.Foto: GILBERTO LEITE/SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Hoje formada e atuando como repórter na editoria de Política, ela afirma que a premiação contribuiu para fortalecer sua confiança profissional e ampliar sua visibilidade no mercado de trabalho.

“A categoria universitária cria oportunidades para que jovens profissionais apresentem seus trabalhos e iniciem sua trajetória com reconhecimento. Foi uma honra conquistar esse prêmio logo no início da minha carreira”, diz.

O segundo lugar ficou com Andrey Bonfim, também da UFMT, autor da reportagem “PartiuIF na TVAL transforma o estudo e inspira jovens a sonhar com o IFMT”. A produção mostrou os resultados de uma iniciativa voltada ao fortalecimento da educação para estudantes em situação de vulnerabilidade social.

Para ele, o principal aprendizado foi compreender a força das narrativas jornalísticas na promoção de temas capazes de impactar positivamente a vida das pessoas.

“Receber esse reconhecimento com uma pauta ligada à educação reforçou a importância de dar visibilidade a iniciativas que transformam realidades. A premiação também fortaleceu minha confiança como futuro profissional”, destaca.

O terceiro lugar foi conquistado pelos acadêmicos da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), campus de Tangará da Serra, Alexandre Cardoso, Anderson dos Santos e Guilherme Costa, com a reportagem “O apoio da ALMT ao curso de Jornalismo da Unemat”.

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Segundo Anderson dos Santos, representante do grupo, a reportagem exigiu dedicação e pesquisa para compreender aspectos da comunicação institucional e da atuação do Poder Legislativo. Para ele, a conquista demonstrou que estudantes do interior também podem desenvolver conteúdos competitivos e de relevância social.

Alexandre Cardoso, Anderson dos Santos e Guillerme Costa - trio conquistou o 3º lugar na categoria Universitário.Foto: MARCOS LOPES/ALMT
Alexandre Cardoso, Anderson dos Santos e Guillerme Costa – trio conquistou o 3º lugar na categoria Universitário.Foto: MARCOS LOPES/ALMT

“O prêmio incentiva os acadêmicos a ocuparem espaços e participarem ativamente da sociedade. Independentemente do resultado, a experiência proporciona aprendizado e crescimento profissional”, avalia.

Os vencedores destacam que a categoria Universitário cumpre um papel importante ao estimular a produção acadêmica e aproximar estudantes da prática jornalística. Para eles, a iniciativa representa uma oportunidade de valorização e aprendizado para futuros profissionais da comunicação.

Segunda edição

As inscrições para a segunda edição do Prêmio ALMT de Jornalismo estarão abertas de 30 de junho a 9 de novembro de 2026. O regulamento completo já está disponível no portal da Assembleia Legislativa.

A avaliação dos trabalhos ocorrerá entre 16 de novembro de 2026 e 11 de janeiro de 2027, e a cerimônia de premiação está marcada para 28 de janeiro de 2027. Participe!



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