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Polícia Civil recupera caixas de som furtados de igreja e prende receptador em Primavera do Leste

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Duas caixas de som furtadas de uma igreja em Primavera do Leste (231 km ao sul de Cuiabá) foram recuperadas pela Polícia Civil, na quarta-feira (27.09), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município. Um homem de 43 anos suspeito de adquirir e tentar revender os equipamentos por valor muito superior ao que pagou foi autuado em flagrante por receptação.

O furto ocorreu no dia 31 de julho, quando ao amanhecer foi dado falta das duas caixas de som da igreja, avaliadas em aproximadamente R$ 6 mil cada.

Durante as investigações do crime, a equipe da Derf de Primavera do Leste informações de que uma caixa de som idêntica a furtada na igreja estava sendo comercializada em uma loja de eletrônicos da cidade. No local, os policiais encontraram o produto anunciado para venda.

Questionado, o proprietário da loja revelou que havia adquirido apenas uma das caixas de som pelo valor de R$ 5 mil, acreditando se tratar de produto de origem lícita. Diante das informações, a equipe policial conseguiu identificar o receptador das caixas de som, responsável pela revenda do produto.

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Ao ser indagado sobre a origem do produto, o suspeito confessou que adquiriu as duas caixas de som pelo valor de R$ 1 mil, pagando R$ 500 por cada uma, porém não deu mais detalhes de quem vendeu os equipamentos furtados.

Ainda durante a conversa, os policiais conseguiram levantar informações de onde estava a segunda caixa de som furtada, que o suspeito repassou para um terceiro, durante a negociação de um veículo. Diante dos fatos, o suspeito foi conduzido à Derf de Primavera do Leste, onde após ser interrogado foi autuado em flagrante por receptação.

As duas caixas de som foram recuperadas e devolvidas à igreja.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

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A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.

Foto: Reprodução/Polícia Civil - MT
Foto: Reprodução/Polícia Civil – MT

Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

 



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