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Duas ocorrências resultam em apreensões de cocaína e prisões de suspeitos em Rondonópolis e Primavera do leste Mato Grosso

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Em 2 de agosto de 2023, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizava abordagens no km 211.0 da BR 364, na área da Unidade Operacional, no município de Rondonópolis, Mato Grosso. Durante a fiscalização, um ônibus que fazia o trajeto de Porto Velho a São Paulo foi abordado.

Ao verificar os documentos dos passageiros, os policiais notaram um volume suspeito no corpo de um deles, que apresentou apenas um boletim de ocorrência de extravio como identificação. Questionado, o passageiro confessou que estava transportando aproximadamente 3 kg de pasta base de cocaína, colada ao corpo, após receber pagamento para levar a droga de Rio Branco para São Paulo.

Diante do flagrante de tráfico de drogas, a equipe deu voz de prisão ao infrator e o conduziu à Polícia Judiciária Civil.

No mesmo dia, por volta das 13 horas, outra equipe da PRF recebeu informações sobre um veículo suspeito de transportar ilícitos, e seguiu em direção a Rondonópolis. Após a abordagem, foram encontrados 12 tabletes de pasta base de cocaína no porta-malas, totalizando cerca de 12,90 kg da substância.

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O veículo era conduzido por um homem, acompanhado por um passageiro que afirmou ter sido abordado por um indivíduo em um posto de combustível em Ariquemes, Rondônia. Esse indivíduo ofereceu dinheiro ao passageiro para transportar a droga até Brasília, onde outra pessoa entraria em contato.

Diante dos fatos, ambos foram conduzidos à delegacia de Polícia Judiciária Civil de Primavera do Leste, Mato Grosso.

Essas ações demonstram o comprometimento da Polícia Rodoviária Federal em coibir o tráfico de drogas nas estradas e garantir a segurança da sociedade.

Fonte: PRF – MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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