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Polícia Civil apreende 43 quilos de maconha que seriam comercializados em Nova Mutum

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Quarenta e quatro tabletes de maconha foram apreendidos pela Polícia Civil, na noite de quinta-feira (09.06), em Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá). Um homem foi preso em flagrante e duas adolescentes apreendidas por ato infracional.

A ação da Delegacia de Nova Mutum foi deflagrada com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) do município. O carregamento estava sendo transportado em um veículo abordado pelas equipes na BR 136.

Além da grande quantidade totalizando 43 quilos maconha, foram apreendidas 11 porções de cocaína, um cartela de LSD, balanças de precisão, entre outros materiais.

O suspeito de 40 anos foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. Já as menores de 15 e 17 anos, ambas com várias passagens pela polícia, responderam ato infracional análogo ao crime de tráfico de drogas.

Conforme o delegado regional de Nova Mutum, João Romano da Silva Junior, as diligências iniciaram após denúncia feito pelo disque 197, sobre uma carga de entorpecentes que chegaria na cidade.

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Com base nas informações os policiais civis integrados passaram a monitorar a praça de pedágio da rodovia, quando na noite de quinta-feira (09), avistaram um veículo Fiat Argo com as mesmas características mencionadas na denúncia.

Ato contínuo foi feita a abordagem do automóvel com dois ocupantes, sendo o condutor e a passageira de 15 anos. No banco traseiro do veículo havia um plástico lacrado com fita contendo 44 tabletes de maconha

Questionado o motorista contou que havia sido contratado pela menor para fazer uma corrida até Nova Mutum, bem como a contratante justificou que o plástico era produtos de cosméticos. Porém, o pacote exalava forte cheiro de maconha. Já a adolescente admitiu que era droga e seria entregue para outra menor residente em Nova Mutum.

Em seguida os policiais civis foram até a casa da segunda envolvida, onde foram encontradas mais porções de maconha, além de 11 porções de cocaína, duas balanças de precisão e outros objetos.

A segunda adolescente relevou que quando recebesse o carregamento, separaria e pesaria para depois repassar aos outros comparsas comercializarem.

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Após o flagrante, o trio foi conduzido para delegacia, interrogados e autuados em flagrante e ato infracional, respectivamente. Após a confecção dos autos, o preso e as apreendidas foram colocados à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia aponta que pastores integravam esquema de apoio à facção; filha é presa em Cuiabá

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Os pastores evangélicos Nivaldo de Almeida e Orminda Barcelos Almeida são apontados pela Polícia Civil como integrantes do esquema criminoso investigado na Operação Fariseus. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, o casal recebia recados, transportava dinheiro, emprestava contas bancárias e movimentava valores para atender interesses de uma facção criminosa.

A filha deles, Rhavenna Barcelos de Almeida, foi presa preventivamente nesta quinta-feira (16), em Cuiabá. Conforme a investigação, ela atuava no suporte operacional, financeiro e na comunicação entre integrantes da organização criminosa. Contra os pais foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão.

De acordo com a Polícia Civil, a família utilizava um projeto de evangelização em unidades prisionais para se aproximar de detentos e manter contato com lideranças da facção. A estrutura religiosa teria sido usada para transmitir mensagens e facilitar a movimentação de recursos ilícitos. O delegado ressaltou, porém, que a investigação não aponta envolvimento institucional da igreja, mas sim de pessoas que teriam se aproveitado da atividade missionária para favorecer o grupo criminoso.

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As investigações também indicam que Rhavenna mantinha contato com Jonas Souza Garcia Júnior, conhecido como “Batman”, apontado como líder da facção e atualmente foragido. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos veículos, dinheiro em espécie e materiais relacionados à organização criminosa. Ao todo, a Operação Fariseus cumpriu 27 ordens judiciais, e os investigados respondem por crimes como organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção de menor e tortura.

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