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Athletico-PR e Cruzeiro empatam em jogo de 6 gols em Coritiba

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Um jogo de tirar o fôlego na Ligga Arena! Diante do Cruzeiro, neste sábado (29), o Athletico superou um início ruim e por duas vezes buscou a reação. No final, o placar do Caldeirão registou um empate categórico: 3 a 3.Somar apenas um ponto em casa nunca é o objetivo do Furacão. Mas fica de positivo o grande volume de jogo criado na etapa final e, mais uma vez, o poder de reação e a resiliência da equipe, que lutou até o último instante pela vitória.

Madson, Pablo e Fernandinho marcaram os gols. E Canobbio foi mais uma vez incansável e decisivo, com participação direta em dois gols.

Com o resultado, o Athletico chegou a 27 pontos no Brasileirão. O próximo compromisso na competição é contra o Santos, fora de casa, no próximo sábado (5).

Agora, é hora de voltar a respirar a CONMEBOL Libertadores. Na terça-feira (1º), o Furacão enfrenta o Bolívar, em La Paz, no primeiro duelo pelas oitavas de final.

Veja os melhores momentos do jogo

O Jogo

O início da partida não foi nada bom para o Rubro-Negro. O Cruzeiro conseguiu o gol logo em sua primeira oportunidade, aos 7′. Em cobrança de escanteio, Neris desviou no meio da área e Arthur Gomes apareceu na segunda trave para marcar.

O Athletico teve bastante dificuldade para reagir. Ao contrário do esperado, era o Cruzeiro quem tinha mais posse de bola. E aos 36′, conseguiu ampliar a contagem. Wesley cruzou rasteiro da direita e Arthur Gomes parece de novo para finalizar.

A situação era complicada. Mas aos 41′, aconteceu o lance que colocou o Furacão novamente na partida. Vitor Bueno lançou na área. Madson cabeceou, a bola bateu na defesa e sobrou novamente para Madson, que chutou rasteiro, na rede!

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O gol deu novo ânimo à equipe. Ainda no primeiro tempo, Cuello fez o goleiro trabalhar e Canobbio bateu com muito perigo uma falta sofrida por Vitor Roque.

Após o intervalo, o Athletico voltou a campo com três mudanças. Fernandinho, Erick e Pablo entraram nos lugares de Vidal, Hugo Moura e Cuello. E desde o início, ficou claro que a história da partida havia mudado.

Em cruzamento de Vitor Bueno, Madson acertou a trave. Em lançamento de Fernandinho, Madson ajeitou para Vitor Bueno, que tocou para Canobbio bater de primeira e exigir grande defesa do goleiro.

O gol de empate parecia próximo e, para chegar lá, Wesley Carvalho acionou o estreante Bruno Zapelli. Em sua primeira jogada, o novo camisa 10 assinou Erick, que dominou e bateu de fora da área, por cima do travessão.

A pressão deu resultado aos 31′. Canobbio lançou na área para Madson, que tocou na segunda trave. E quem apareceu lá foi Pablo, que não perdoou: 2 a 2!

O caminho parecia aberto para a virada. Mais aos 36′, o inesperado aconteceu. Em uma das poucas chances do time mineiro no segundo tempo, Lucas Silva tocou para Wesley, que entrou na área e bateu no canto, colocando o adversário na frente de novo.

Só que desta vez, a nova reação não demorou. Aos 39′, Canobbio recebeu lançamento de Thiago Heleno. Inesgotável, ele ganhou na velocidade da defesa ficou cara a cara com o goleiro e foi derrubado. Pênalti! Fernandinho foi para a cobrança e encheu o pé, na gaveta!

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E o Furacão ainda buscou o quarto gol até o instante final. Já aos 55′, Arriagada teve a última boa chance, mas a bola foi para fora.

FICHA TÉCNICA 

Athletico Paranaense 3×3 Cruzeiro

Campeonato Brasileiro 2023: 17ª rodada
Data: 29/07/2023 (sábado)
Horário: 16h
Local: Ligga Arena

Público total: 23.679
Público pagante: 22.730
Renda: R$ 892.720,00

Árbitro: Yuri Elino Ferreira da Cruz (RJ)
Assistentes: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa (RJ) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
Quarto árbitro: Leonardo Ferreira Lima (PR)
Árbitro de vídeo: Carlos Eduardo Nunes Braga (RJ)

Athletico Paranaense: Bento; Madson, Matheus Felipe (Arriagada, aos 42′ do 2º tempo), Thiago Heleno e Esquivel; Vidal (Erick, no intervalo), Hugo Moura (Fernandinho, no intervalo) e Vitor Bueno (Zapelli, aos 26′ do 2º tempo); Canobbio, Vitor Roque e Cuello (Pablo, no intervalo)
Técnico: Wesley Carvalho
Gols: Madson, aos 41′ do primeiro tempo; Pablo, aos 32′, e Fernandinho, aos 42′ do segundo tempo
Cartão amarelo: Vidal

Cruzeiro: Rafael Cabral; Palacios (William, aos 22′ do 2º tempo), Neris, Luciano Castan e Marlon; Matheus Jussa, Filipe Machado (Matheus Pereira, aos 42′ do 2º tempo), Lucas Silva (Fernando Henrique, aos 42′ do 2º tempo) e Mateus Vital (Wallisson, aos 17′ do 2º tempo); Arthur Gomes (Nikão, aos 17′ do 2º tempo) e Wesley
Técnico: Pepa
Gols: Arthur Gomes, aos 7′ e aos 36′ do primeiro tempo; Wesley, aos 36′ do 2º tempo
Cartões amarelos: Palacios, Rafael Cabral, Wesley e William

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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