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Inter perde a primeira partida das quartas de final do Brasileirão Feminino

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As Gurias Coloradas foram superadas pela Ferroviária no jogo de ida das quartas de final do Brasileirão A1, em Caxias do Sul, na tarde deste domingo (18). A partida foi disputada no Estádio Centenário, e terminou com vitória por 1 a 0 da equipe paulista, com gol da camisa 4, Luana, aos 37 minutos do segundo tempo.

O primeiro tempo foi de análise mútua entre as equipes, com superioridade na posse bola e de finalizações para as Gurias Coloradas. A melhor chance para as Gurias veio aos 11 minutos, com Tamara lançando Priscila pela esquerda da área da Ferroviária. A camisa 19 Colorada limpou o lance, mas não acertou o ângulo na hora da finalização.

Na segunda etapa, as Gurias voltaram com forte ataque, com Belén Aquino dando trabalho à defensora rival. A Ferroviária também retornou com veneno nas finalizações, dando trabalho para a goleira Gabi Barbieri. Logo no início, aos 7 minutos, a centroavante Lelê fez jogada pelas costas de Isa Haas e chutou direto para as da goleira Colorada. O gol das adversárias saiu aos 37 minutos, a camisa 20, Daiane recebeu pela direita e cruzou para a capitã Luana, que bateu de primeira direto para o gol.

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Na segunda partida das quartas, que será disputada no próximo domingo (25), às 10h, em Araraquara, as Gurias terão de reverter o resultado: em caso de empate, a disputa irá para os pênaltis. Para seguir direto para a semifinal, a equipe Colorada precisa vencer por dois gols de diferença.

Ficha técnica

INTER (0): Gabi Barbieri; Capelinha, Isa Haas, Bruna Benites e Roberta (Pati, 15’/2ºT); Zóio, Sandoval (Analuyza, 43’/2ºT) e Djeni (Eskerdinha, 15’/2ºT); Tamara Bolt, Priscila e Belén Aquino (Carla Nunes, 43’/2ºT). Técnico: Mauricio Salgado.

FERROVIÁRIA (1): Luciana; Daiane, Luana, Day Silva e Barrinha; Ingryd (Gessica, 42’/2ºT), Mylena e Raquel; Eudimilla (Aline Gomes, 17’/2ºT), Lelê (Laryh, 17’/2ºT) e Sochor (Suzane, 28’/2ºT). Técnica: Jessica Lima.

Gol: Luana (F), aos 37 minutos 2º tempo;

Cartões amarelos: Sandoval, Bruna Benites e Aquino (I); Raquel, Daiane e Sochor (F);

Arbitragem: Deborah Cecilia Cruz Correia (Fifa-PE), auxiliada por Maira Mastella Moreira (RS) e Luiza Reis. VAR: Paulo Renato Moreira da Silva Coelho (RJ).

Estádio: Centenário, Caxias do Sul;

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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