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Athletico vence o Coritiba de virada, pela sexta rodada do Brasileirão

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Um Athletico de fazer o coração explodir para fora do peito! Quando tudo parece perdido, vem a prova: para o Furacão, nunca está tudo perdido. A história se repetiu neste domingo (14.05), desta vez no clássico, com ainda mais sofrimento e emoção!

Por duas vezes, o Rubro-Negro esteve atrás do rival. Até os 45′, perdia a partida por 2 a 1. Mas Willian, aos 45′, e Canobbio, aos 52′, anotaram os gols de uma virada histórica. No placar do Caldeirão, 3 a 2 para o time da raça!

Um triunfo épico, para manter o Athletico colado no G4 do Brasileirão! Com 12 pontos conquistados, o Furacão está na quinta posição, com o Cruzeiro logo à frente pelo saldo de gols.

O próximo desafio pelo Brasileirão está marcado para o próximo sábado (20), contra o Red Bull Bragantino. Antes, o time volta a jogar no Caldeirão, na quarta-feira (17), contra o Botafogo, no primeiro duelo pelas oitavas de final da Copa do Brasil.

O Jogo

O Furacão partiu para cima no início do jogo e esteve muito perto de abrir o placar logo aos 3′, quando a zaga adversária afastou em uma tentativa de Vitor Roque. Christian pegou o rebote, soltou um chute forte e colocado e acertou a trave!

Pouco depois, Terans levou perigo com um chute de fora da área. Mas o Coritiba conseguiu equilibrar as ações e chegou ao gol aos 19′, quando a bola sobrou para Marcelino Moreno, que puxou para o meio da área e bateu cruzado.

O restante da primeira etapa teve o Athletico buscando a reação, mas encontrando dificuldade para superar a marcação do rival.

Após o intervalo, o Rubro-Negro voltou a campo com as entradas de Zé Ivaldo e Madson. E logo aos 3′, veio o empate. Fernando arrancou pela esquerda, deixou a defesa para trás e cruzou rasteiro na pequena área. Pablo estava lá para mandar para a rede!

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A partir daí, o Athletico teve o domínio do jogo e foi criando boas oportunidades de virar o placar. Pablo e Terans chutaram por cima do gol. E o goleiro coxa-branca fez milagre com duas defesas seguidas, em um chute de Pablo e no rebote de Erick.

Só que aos 21′, um contra-ataque pegou a defesa athleticana desarrumada. Zé Roberto tocou para Robson, que recebeu livre na entrada da área e colocou fora do alcance de Bento.

O gol do rival poderia ser um balde de água fria. Mas o Furacão mostrou mais uma vez que nunca se dá por derrotado. Com Vitor Bueno, Canobbio e Willian em campo, o time rubro-negro foi encurralando o Coritiba e chegando cada vez mais próximo ao gol.

Erick era presença constante na área e, aos 26′, virou para cima de Chancellor e acertou o travessão. Em um cruzamento de Madson, Vitor Roque cabeceou em cima do goleiro. Canobbio trocou passes com Fernandinho e mandou por cobertura, por cima do travessão.

O cronômetro já marcava 45′ quando, após uma cobrança de lateral, Vitor Roque desviou e a bola ficou com Willian. O camisa 11 mandou uma pancada indefensável! 2 a 2 no placar e o Caldeirão em ebulição para mais sete minutos de acréscimos.

E no instante final, aos 52′, todo o esforço rubro-negro foi premiado. Willian recebeu lançamento no meio de campo e, com um toque de calcanhar, acionou Erick, que ganhou de Henrique, invadiu a área e, cara a cara com o goleiro, rolou para Canobbio. Com o gol aberto, o uruguaio teve a frieza de estufar a rede e decretar o início da festa no Caldeirão!

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Ficha técnica: Athletico Paranaense 3×2 Coritiba
Campeonato Brasileiro 2023: 6ª rodada
Data: 14/05/2023 (domingo)
Horário: 18h30
Local: Estádio Joaquim Américo

Público total: 31.252
Público pagante: 30.330
Renda: R$ 1.318.250,00

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP)
Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Evandro de Melo Lima (SP)
Quarto árbitro: Murilo Ugolini Klein (PR)
Árbitro de vídeo: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Athletico Paranaense: Bento; Khellven (Madson, no intervalo), Pedro Henrique (Zé Ivaldo, no intervalo),Thiago Heleno e Fernando; Erick, Fernandinho e Christian (Canobbio, aos 27′ do 2º tempo); David Terans (Vitor Bueno, aos 18′ do 2º tempo), Vitor Roque e Pablo (Willian, aos 27′ do 2º tempo)
Técnico: Paulo Turra
Gol: Pablo, aos 3′, e Willian, aos 45′, e Canobbio, aos 52′ do 2º tempo do segundo tempo
Cartões amarelos: Fernando e Fernandinho

Coritiba: Gabriel; Marcos Vinícius, Bruno Viana, Henrique, John Chancellor e Jamerson (Victor Luís, aos 30′ do 2º tempo); Bruno Gomes, Liziero (Matheus Bianchi, aos 41′ do 2º tempo) e Marcelino Moreno (Kaio, aos 41′ do 2º tempo); Robson (Boschilia, aos 32′ do 2º tempo) e Zé Roberto (Rodrigo Pinho, aos 30′ do 2º tempo)
Técnico: Antônio Carlos Zago
Gols: Marcelino Moreno, aos 19′ do primeiro tempo; Robson, aos 21′ do segundo tempo
Cartões amarelos: Marcelino Moreno, Bruno Gomes e Marcos Vinícius

Fotos: José Tramontin/athletico.com.br

Fonte: Esportes

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Morre Jorge Messi, pai e empresário do craque Lionel Messi, aos 68 anos

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Jorge Horacio Messi, pai e empresário do atacante Lionel Messi, morreu na noite da última sexta-feira (7), aos 68 anos, em um hospital de Rosário, na Argentina. Segundo informações do portal Infobae, ele enfrentava uma longa doença.

A família de Messi já havia divulgado informações sobre o estado de saúde de Jorge durante a Copa do Mundo. Em comunicado publicado em 16 de junho, os familiares afirmaram que ele apresentava uma recuperação constante, apesar da complexidade do quadro clínico.

Na ocasião, o anúncio ocorreu pouco depois da estreia da Argentina no Mundial, quando Lionel Messi marcou três gols contra a Argélia. Após o apito final, o atacante chorou e indicou que a emoção não estava relacionada ao resultado da partida.

Posteriormente, foi informado que as lágrimas estavam ligadas ao momento delicado vivido pelo pai. Quase dois meses depois, Jorge Messi não resistiu.

Relação com Lionel Messi

Jorge Messi era uma das pessoas mais próximas do craque argentino. Além de pai, ele atuava há anos como agente e gestor dos negócios do jogador, acompanhando a carreira esportiva e a expansão do patrimônio construído por Messi fora dos gramados.

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A participação de Jorge também foi importante nos primeiros passos da carreira do filho. Em entrevista ao portal Soho.com, em 2012, ele contou detalhes da infância do jogador, da mudança para a Espanha e dos primeiros anos de Messi no Barcelona.

Segundo Jorge, a família chegou a considerar o retorno à Argentina devido a problemas relacionados à documentação de Lionel, que chegou a ficar impedido de jogar durante determinado período.

Em casa, a ideia era retornar ao país de origem, mas a decisão de permanecer na Espanha partiu do próprio jogador.

“Não, nunca faltou dinheiro. Pelo contrário. Desde o início foi nos dado o tratamento. Estivemos perto de voltar à Argentina por outros problemas, pela falta de documentação. Ele não pode jogar por um tempo por causa dessa documentação, o que o deixou muito triste. Em casa queríamos voltar. Mas eu perguntei para ele, e o Lionel pediu para continuar na Espanha”, relatou Jorge na entrevista.

A trajetória de Lionel Messi acabou sendo construída na Espanha, onde o argentino se tornou um dos maiores nomes da história do futebol mundial.Empresário enfrentava uma longa doença e acompanhava de perto a carreira e os negócios do astro argentino

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