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Municípios de MT já podem imunizar pessoas maiores de 18 anos com vacina da bivalente

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Municípios de Mato Grosso podem iniciar, a partir desta terça-feira (25.04), a vacinação de maiores de 18 anos, contra a Covid-19, com o imunizante bivalente. A ampliação do público foi recomendada pelo Ministério da Saúde, que já encaminhou 544.098 doses da vacina para Mato Grosso. Todas já foram distribuídas aos municípios.

Conforme Nota Técnica do Governo Federal, a vacina é recomendada para pessoas que já foram devidamente imunizadas com pelo menos duas doses da vacina monovalente (esquema primário completo) e que tenham tomado a última dose há pelo menos quatro meses.

O secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, destaca que os municípios que já receberam as doses devem definir a estratégia de vacinação para alcançar o público alvo estipulado pelo Governo Federal.

“É importante que todos trabalhem em conjunto para que os grupos sejam vacinados, pois uma população devidamente imunizada cria barreira para mitigação do vírus”, diz o gestor.

Além da campanha de vacinação contra Covid-19, o Ministério da Saúde está realizando, também, a campanha de vacinação contra influenza e, conforme o secretário adjunto de Atenção e Vigilância em Saúde da SES, Oberdan Ferreira, as duas vacinas podem ser aplicadas ao mesmo tempo.

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“O público-alvo dos respectivos imunizantes pode se vacinar simultaneamente com as doses, sem problemas. Assim que concluir uma aplicação, no mesmo dia e hora, a pessoa pode receber a próxima vacina, seja contra coronavírus ou contra influenza. O importante é se vacinar contra os vírus”, explica Oberdan.

De acordo com a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, a vacina bivalente foi criada para oferecer uma proteção extra contra a ômicron e suas subvariantes.

“As pessoas que se encaixam nos critérios devem procurar a unidade básica de saúde mais próxima de sua residência para se imunizarem. Somente por meio da vacina nós vamos nos proteger”, ressalta Alessandra.

Fonte: Governo MT – MT

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ALMT aprova projetos de apoio à agricultura familiar, saúde e educação em sessão ordinária

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, durante sessão ordinária realizada nesta quarta-feira (21), projetos voltados à agricultura familiar, saúde, educação e assistência social. Entre os destaques estão medidas de apoio aos produtores de queijo artesanal e à cadeia do leite.

Uma das principais discussões envolveu o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2026 , de autoria de Gilberto Cattani (PL), que susta os efeitos de decreto do Poder Executivo relacionado à regulamentação de produtos lácteos artesanais. Segundo o parlamentar, as regras dificultam a atividade das pequenas queijarias e aumentam os custos de comercialização.

Em entrevista concedida antes da sessão, Cattani afirmou que a regulamentação promoveu uma redistribuição tributária que estaria “penalizando os artesanais, ou seja, o pequeno produtor, a pequena queijaria, e beneficiando as grandes indústrias”. O líder do governo, Dilmar Dal Bosco (União), chegou a pedir vista da proposta, mas devolveu a matéria durante a sessão, permitindo sua aprovação por unanimidade. Da mesma forma, foi aprovado o PDL nº 1/2026 , também de Cattani, que susta a obrigação de envio mensal de dados sobre produção, industrialização e comercialização por agroindústrias familiares e de pequeno porte. 

O plenário aprovou ainda, em segunda votação, o Projeto de Lei (PL) nº 554/2025 , que altera critérios de representatividade dos produtores na administração do Fundo de Qualidade, Produtividade e Segurança Alimentar do Leite. 

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Por outro lado, foi rejeitado o PL nº 347/2022 , de autoria de Gilberto Cattani, que buscava facilitar o acesso à posse e ao porte de armas de fogo para mulheres vítimas de violência doméstica com medidas protetivas judiciais. Com a rejeição, a proposta segue para arquivamento. A matéria tinha parecer contrário da Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

Saúde e educação— Entre as matérias incluídas na ordem do dia, os deputados aprovaram, em primeira votação, o PL nº 336/2026 , de Fábio Tardin (Pode), que garante a oferta de toucas hipotérmicas para reduzir a queda de cabelo de pacientes submetidos à quimioterapia na rede estadual. 

Na área de educação, o plenário aprovou o PL nº 1888/2025 , de Janaina Riva (MDB), que prevê a inclusão da carne suína na merenda escolar, com alternativa para estudantes com restrições alimentares. Foi acatada a Emenda nº 1 à proposta. Os deputados também aprovaram o PL nº 1975/2024 em segunda votação. A proposta institui uma campanha de desconexão das telas digitais, incentivando a redução do uso excessivo de celulares e redes sociais. “O nosso objetivo agora é criar uma campanha de desconexão das telas digitais e reforçar o trabalho que a escola vem fazendo, principalmente nas atividades extracurriculares”, afirmou Silva.

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Outras deliberações— Entre os projetos aprovados estão ainda o PL nº 4/2025 (segunda votação), de Eduardo Botelho (União), que institui a Política Estadual de Combate à Fome; o PL nº 619/2026 (primeira votação), de Max Russi (Podemos), que cria o Dia Estadual do Professor Indígena; e o PL nº 175/2025 (segunda votação, nos termos do Substitutivo nº3 ), também de Russi, sobre conectividade em comunidades indígenas e quilombolas.

Também foi aprovado, em primeira votação, o PL nº 1123/2026 , do Executivo, que autoriza a doação à União da Gleba Pelissoli II, em Santa Terezinha, para fins de regularização fundiária. 

Já o PL nº 795/2026 , que autoriza a contratação de empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto à Caixa Econômica Federal, foi retirado de pauta a pedido da liderança do governo. Também houve pedido de vista de Wilson Santos (PSD) em proposta que altera a delimitação da Área de Proteção Ambiental (APA) de Chapada dos Guimarães.



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